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7 dicas para ingressar no mercado de trabalho e progredir na carreira
07/10/2022 • 4 min de leitura
Quem está procurando uma oportunidade de emprego sabe que a busca nem sempre é simples. Pesquisar vagas e empresas que estão contratando, organizar o currículo, preparar-se para a entrevista com o recrutador. O caminho é longo e, muitas vezes, as informações podem ser difíceis de conseguir. Apesar de parecer complexo, com um bom planejamento de carreira e conhecimento sobre o que você deseja para sua vida profissional, o processo se torna mais rápido e assertivo. O mercado de trabalho no Brasil Antes de mais nada, é importante conhecer a realidade brasileira quando o assunto é mercado trabalho. Atualmente, são cerca de 46 milhões de pessoas com emprego formal no Brasil, em mais de 2 mil profissões. Os dados são do Guia Brasileiro de Ocupações, desenvolvido pelo Ministério do Trabalho e Previdência, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O total da população ocupada, incluindo empregadores, autônomos e outros vínculos, é estimado em 95,3 milhões de pessoas. Dados do IBGE apontam que o desemprego entre as pessoas de 18 a 24 anos estava em 30% no começo de 2022. Já no grupo de 25 a 39 anos, o número sobe para 35,9%. Isso representa muita gente. Ou seja, se você tem entre 18 e 29 anos, é importante saber que pode encontrar obstáculos para ingressar no mercado. O que reforça a importância de se planejar, conhecer os processos de seleção e empresas e investir em qualificação profissional para se destacar. Leia também ++ Jovens no mercado de trabalho: quais as áreas mais promissoras? Mudança de carreira A realidade do mercado de trabalho também é marcada por modificações constantes e uma tendência de mudança de profissão. Esse cenário pode ser explicado pelo amplo uso da tecnologia e pelas transformações que ela causa nas atividades laborais. É claro que existem diferentes perfis e muitos preferem passar a vida em uma atividade, função ou setor. Independentemente de qual seja seu caso, não se preocupe, pois quando o assunto é trajetória profissional não existe certo ou errado. Porém fazer um bom planejamento de carreira será fundamental para alcançar seus objetivos pessoais. E para começar a traçar as metas pessoais, nada melhor do que um guia com o passo a passo de como planejar a vida profissional e conquistar o sucesso lá na frente. 7 dicas para ingressar no mercado de trabalho Confira 7 dicas para entender melhor o que você está buscando profissionalmente e como pode se aproximar desse objetivo da melhor forma possível. 1 – Defina suas metas e objetivos Todos têm metas pessoais e em relação à vida profissional não é diferente. Para se aproximar de seus objetivos, uma das melhores estratégias é realizar um planejamento de quais etapas precisa percorrer. Entender em qual fase você está e em que precisará investir pode fazer com que obtenha sucesso de maneira mais eficaz. Para isso, comece colocando no papel quais são suas metas e objetivos profissionais. 2 – Entenda quais são suas potencialidades e os pontos a melhorar O autoconhecimento é fundamental nesse processo. Depois de identificar o que você deseja alcançar, é preciso continuar olhando para si. Dessa vez, para entender quais são suas potencialidades, ou seja, quais tarefas você desempenha com êxito. Também é essencial identificar os pontos de melhoria. Afinal, é neles que você precisa se dedicar para se aproximar das suas metas. Anote os pontos de melhoria e pesquise formas de aprimorar essas habilidades. Pode ser com cursos, treinamentos, livros, entre outras possibilidades. 3 – Organize seu currículo Com seus objetivos e conhecimento de suas habilidades, é hora de organizar o currículo. Quer saber como montar um currículo perfeito? Então, leia mais sobre o assunto aqui. 4 – Pesquise sobre o mercado de trabalho Se, por um lado, é muito importante entender quais são suas competências e pontos fortes, por outro, é imprescindível olhar para o mercado de trabalho. Em um momento marcado por evoluções tecnológicas, em que tudo muda muito rápido, é preciso permanecer atento para as áreas dentro de sua profissão que estão em crescimento e em quais valem a pena investir tempo e dinheiro. A partir disso, você pode encontrar os cargos e as funções que são compatíveis com seus interesses. 5 – Compreenda os processos de seleção O processo de seleção e recrutamento pode causar ansiedade em muitas pessoas. E é normal que esses sentimentos aconteçam, afinal, é um momento importante. Uma boa maneira de driblar o nervosismo é entender o objetivo da seleção e se preparar com antecedência. 6 – Prepare-se para a entrevista de emprego Tenha em mente que o recrutador precisa conhecer você. Portanto, ele vai fazer perguntas para entender quem você é, que experiências profissionais você tem e se seu perfil se encaixa na empresa. Essa é a lógica da entrevista. Então, prepare-se para responder às perguntas sobre quais são suas habilidades, experiências profissionais e pessoais, entre outras coisas. Quer saber mais sobre o assunto? Confira nosso Guia: como se preparar para uma entrevista de emprego. 7 – Invista em educação Você provavelmente já ouviu alguém falar sobre a importância de investir em educação, né?! Pode parecer clichê, mas essa máxima é a mais pura verdade. Leia também ++ EaD ou semipresencial: qual modalidade escolher? É o seu conhecimento, tanto de habilidades técnicas e profissionais quanto de soft skills, que vai fazer você se destacar em uma entrevista de emprego. Quer saber mais sobre soft skills? Leia sobre o assunto aqui. A notícia boa é que o campo de ensino é muito amplo e não se restringe apenas ao ensino superior. Você também pode investir em soluções com aprendizado na prática, como Cursos Técnicos, ou em algo mais ágil, como os Cursos Profissionais. E o SENAI de Santa Catarina é referência em todas as modalidades. A qualidade de ensino é reconhecida pelas indústrias e são centenas de cursos, em diversas áreas profissionais. Confira aqui nossos cursos. Conheça o Carreira em Foco Gostou das dicas? Fique de olho no Carreira em Foco SENAI, o nosso programa de empregabilidade. Nele, é possível conferir, em um só lugar, vagas de emprego e estágio, além de outras iniciativas profissionais. Também desenvolvemos conteúdos gratuitos e exclusivos para você se destacar no mercado de trabalho. Saiba mais sobre o Carreira em Foco clicando aqui.
O que é um curso técnico? Entenda tudo sobre a modalidade
30/09/2022 • 4 min de leitura
Escolher uma ocupação profissional para seguir nem sempre é fácil, principalmente se você não possui experiência no mercado de trabalho. São diferentes modalidades de ensino, áreas e cursos disponíveis. Em meio a tantas opções, é comum surgirem muitas dúvidas. Será que um curso técnico se encaixa com os seus objetivos? Para isso, primeiramente, você precisa entender o que é um curso técnico, como ele funciona e pesquisar sobre a qualidade dos cursos oferecidos. Preparamos esse conteúdo para te ajudar a encontrar o melhor caminho e acertar na escolha de um curso técnico que atenda às suas expectativas, proporcionando a qualificação de que você necessita. Confira! Leia também ++ Saiba tudo sobre o profissional Técnico em Edificações O que é um curso técnico? A modalidade de cursos técnicos é de nível médio e foi instituída no Brasil em 1906. Ele surgiu para suprir a demanda da indústria por capacitação profissional qualificada, influenciando no desenvolvimento e na competitividade desse setor. A formação técnica se encaixa entre o ensino médio e o ensino superior, mas também é possível cursá-la ainda durante o colegial. Ou seja, você pode ingressar em um curso técnico assim que finalizar o ensino fundamental. No entanto, é importante ter em mente que para receber o diploma de técnico você precisará concluir o ensino médio. Por que fazer um curso técnico? A principal característica desse modelo de ensino é preparar trabalhadores para o mercado de trabalho. Por isso, se você tem urgência em transformar sua carreira e ser um profissional qualificado, com um curso técnico você terá uma formação em um curto período de tempo. Em outras palavras, enquanto uma graduação tem como foco aprofundar o conhecimento em determinada área e dura, em média, 4 anos, um curso técnico é voltado para a obtenção de conhecimentos práticos em áreas específicas e tem duração de 1 a 2 anos. Tipos de cursos técnicos Os cursos técnicos fazem parte do Sistema de Ensino Brasileiro, e são divididos em 3 categorias. Elas possuem algumas diferenças que devem ser consideradas pelo aluno ao fazer a escolha do curso. Veja quais são elas: Curso Técnico Integrado Nessa categoria, o ensino médio é parcialmente substituído pelo curso técnico. Assim, o estudante conclui o ensino fundamental, o primeiro ano do ensino médio e inicia o técnico. Ao concluir, recebe-se o certificado de conclusão do ensino médio e o diploma na formação técnica que foi cursada. Leia também ++ EaD ou semipresencial: qual modalidade escolher? Curso Técnico Externo (ou Concomitante) No técnico externo o estudante realizará o ensino médio e técnico em paralelo, mas separados. Por exemplo, é possível fazer o ensino médio em período diurno e o curso técnico a noite. Quanto a certificação ela também será separada, já que as instituições de ensino não precisam ser as mesmas. Curso Técnico Profissionalizante (ou Subsequente) Por fim, o técnico profissionalizante. Nesse caso, o estudante já concluiu o ensino médio e pode iniciar um técnico a qualquer momento. Pode, inclusive, já ter realizado alguma formação técnica e ingressar em outra. Diferenciais do curso técnico Agora que você já sabe o que é um curso técnico e quais são as modalidades existentes no Brasil, vamos elencar alguns diferenciais desse ensino. Nas últimas décadas, o acesso à educação e o ingresso em cursos técnicos no Brasil estão em constante crescimento. Por conta disso, a competitividade do mercado também aumenta e ser um profissional devidamente qualificado faz toda a diferença. Nesse sentido, fazer um curso técnico significa otimizar o seu tempo, isso porque, como você já sabe, a carga horária é reduzida se comparada a outras modalidades de ensino. Mas isso não quer dizer que a formação seja inferior. Pelo contrário, existem diversas opções de cursos técnicos com certificação de qualidade. Por isso, a dica é: antes de fazer a sua matrícula no curso, procure saber se a instituição é reconhecida e bem conceituada pelo Ministério da Educação (MEC). Assim, você estará apto para iniciar sua jornada de trabalho, sem deixar de lado a qualidade. E aqui temos outro diferencial, você terá muito embasamento teórico, sim, mas também qualificação profissional com capacitação prática, para finalizar os estudos pronto para atuar na sua área e realizar seus sonhos. Conheça os eixos tecnológicos de um curso técnico Todas as áreas de atuação que possuem cursos técnicos ofertados em território nacional são regulamentadas pelo Ministério da Educação (MEC). O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, elaborado pela instituição, organiza os cursos técnicos em 13 “eixos tecnológicos” ou áreas: Ambiente e Saúde Controle e Processos Industriais Desenvolvimento Educacional e Social Gestão e Negócios Informação e Comunicação Infraestrutura Militar Produção Alimentícia Cultura e Design Indústria Recursos Naturais Turismo, Hospitalidade e Lazer Segurança O diploma dos cursos técnicos é válido no exterior? Além da validação da formação técnica em todo o território nacional, também é possível atuar no exterior. Para isso, é realizado um trâmite entre o governo brasileiro e o governo do país de destino. Esse processo passa por determinadas etapas obrigatórias e pode levar algum tempo, bem como o processo contrário que também é possível: validar seu diploma de técnico cursado no exterior. Ou seja, não tem desculpa para adiar seu ingresso em um curso técnico. Para garantir bons resultados, é preciso ser assertivo ao definir a instituição que você fará seu curso técnico, afinal, estamos falando do seu sucesso profissional. Escolha o SENAI! Somos uma instituição amplamente reconhecida pelo mercado de trabalho, certificada pelo MEC, que forma profissionais altamente qualificados e referência em ensino. Confira todos os cursos técnicos disponíveis em Santa Catarina nas modalidades EaD, semipresencial ou presencial.
Saiba tudo sobre o profissional Técnico em Edificações
22/09/2022 • 3 min de leitura
Os profissionais multifuncionais estão cada dia mais em alta e o Técnico em Edificações é um deles. Presente em todas as fases de uma obra, da fundação ao acabamento, esse profissional, em geral, precisa ter um perfil organizado, detalhista, de fácil trabalho em equipe e é claro, com certa aptidão para a matemática. Segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020, elaborado pelo SENAI, o setor está no topo da lista das 13 áreas com maior demanda de trabalho nos próximos anos. Segundo o estudo, será necessário a qualificação de mais de três milhões de profissionais para ocuparem o mercado de trabalho na área. Mas então, o que faz um Técnico em Edificações? O Técnico em Edificações é responsável por gerir e acompanhar todo o processo de uma obra. Isso quer dizer que esse profissional vai garantir que a execução da obra saia exatamente como o projeto elaborado. O Técnico em Edificações: Calcula orçamentos Estabelece prazos e cronogramas Negocia, orienta, especifica, solicita, recebe e testa materiais Coordena o andamento da construção de acordo com as normas de saúde e segurança do trabalho Faz levantamento fotográfico Desenvolve, implementa, revisa e controla documentos: manuais, políticas, fluxogramas e documentos técnicos Entre outras funções que variam de obra para obra. Sempre garantindo o sucesso da equipe e das atividades necessárias para que o processo siga sem erros ou atrasos. Ainda, o Técnico em Edificações pode ser o responsável, ou seja, assinar projetos estruturais, hidrossanitários e elétricos de edificações com, no máximo, 80m². Leia também ++ Curso de Eletricista: saiba qual o melhor e descubra tudo sobre a profissão Onde trabalha o Técnico em Edificações O Técnico em Edificações é um profissional amplamente procurado pelo mercado de trabalho, portanto, tem ótimas oportunidades de emprego. Pode atuar tanto em empresas privadas quanto em órgãos públicos. Sua atuação vai do escritório ao canteiro de obras, podendo fazer parte de equipes em escritórios de engenharia ou arquitetura e também em construtoras. Ainda, pode trabalhar em fábricas de pré-moldados, indústrias de materiais de construção, empresas de reforma e laboratórios de ensaios de materiais para controle de qualidade. Como se tornar um Técnico em Edificações Para se tornar um profissional Técnico em Edificações não é necessário graduação e sim curso técnico, mas isso não quer dizer que o processo é simples. Isso porque, a grade curricular do curso costuma ser bastante exigente. Normalmente, são dois anos de curso, e a carga horária é dividida entre aulas teóricas e práticas. Ao se formar, o profissional deve buscar o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) da sua região e se filiar, para exercer a profissão em todo o território nacional. Salário do Técnico em Edificações De acordo com uma pesquisa realizada pelo site salario.com.br, juntamente com dados oficiais do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), eSocial – sistema informatizado da Administração Pública do Governo Federal – e Empregador Web – plataforma desenvolvida pelo Ministério do Trabalho e Emprego também do Governo Federal -, o salário do Técnico em Edificações, no Brasil, é de, em média, R$ 2.759,15, para trabalhar 43 horas semanais. A faixa salarial fica entre R$ 2.250,41 e R$ 5.875,32. Leia também ++ Tudo o que você precisa saber sobre o curso e a profissão de Técnico em Química Grade Curricular do curso Técnico em Edificações do SENAI Comunicação e Informática Introdução a Construção de Edifícios Leitura e Interpretação de Projetos Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança Desenho Técnico de Edificações Fundamentos de Mecânica dos Solos Fundamentos de Topografia Gestão de Pessoas Processos Construtivos Materiais e Ensaios Tecnológicos Pré-projeto I Projeto Arquitetônico Projeto Estrutural Projetos de Instalações Elétricas Projetos de Instalações Hidrossanitárias Documentação Técnica e Legalização de Projetos Pré-projeto II Projeto Executivo Orçamento de Obra Planejamento e Gestão da Produção Projeto de Pesquisa e Inovação Como escolher o melhor curso? O curso Técnico em Edificações do SENAI é um dos mais reconhecidos no país. O SENAI foi apontado pela ONU como uma das principais instituições educacionais do hemisfério sul. Além disso, as possibilidades de conseguir um emprego logo que você terminar o curso são grandes, pois os alunos do SENAI são preferência em contratação nas indústrias. Além disso, 8 em cada 10 ex-alunos de cursos técnicos do SENAI estão empregados. Para iniciar o curso Técnico em Edificações do SENAI, é necessário estar cursando a partir do 2º ano ou já ter concluído o Ensino Médio. Quer receber um conteúdo gratuito sobre o Curso Técnico em Edificações? Clique aqui! A Blue Week SESI SENAI já tem data: de 20 a 26 de novembro de 2023, os maiores descontos do ano em diversos tipos de cursos. Quer saber primeiro? Clique aqui!
EaD ou semipresencial: qual modalidade escolher?
15/09/2022 • 3 min de leitura
No momento de escolhermos um curso, um dos principais fatores a ser levado em consideração é a sua modalidade. Ela pode ser presencial, EaD ou semipresencial. No entanto, muitas vezes, o EaD (Ensino à Distância) também é chamado de semipresencial. É importante sabermos que isso é um equívoco, pois tratam-se de duas modalidades diferentes. Neste blog post, você irá entender como funciona cada uma das modalidades, conferir as semelhanças, diferenças e saber o que levar em consideração ao optar por uma delas. Seja um curso de graduação, técnico ou de curta duração, entender as diferenças entre as modalidades semipresencial e EaD vai lhe ajudar a escolher qual desses formatos é o ideal para a sua rotina. Vamos lá? Afinal, o que é EaD? A principal característica da modalidade à distância é que todo o processo de aprendizagem ocorre em um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Os conteúdos são enviados aos alunos por meio de vídeo aulas gravadas anteriormente ou em transmissões ao vivo. Nessa sala virtual, o estudante pode encontrar diferentes tipos de materiais e informações relacionadas às aulas como matérias a estudar, artigos, exercícios e até jogos, além de realizar suas atividades avaliativas. Leia também ++ Conheça cursos de moda e possibilidades de atuação na área De modo geral, os encontros presenciais são raros e a frequência em que ocorrem depende das regras estabelecidas pela instituição de ensino. Mas, de modo geral, eles costumam ser realizados mensalmente, ou apenas uma vez no semestre. Entre os principais benefícios do EaD estão a economia, tanto financeira como em tempo, além de eliminar a necessidade de deslocamento até a instituição de ensino. Uma facilidade extra é poder estudar de onde estiver e a hora que escolher. Por outro lado, é preciso ter muita disciplina e organização para aproveitar essa flexibilidade. Caso contrário, você pode acabar deixando os estudos de lado enquanto é absorvido por outras atividades do dia a dia. E o que é um curso semipresencial? Também conhecido pelos nomes de ensino híbrido ou blended learning, o curso semipresencial combina algumas características do ensino presencial com outras do EaD, funcionando como uma espécie de misto entre eles. Ou seja, você terá aulas presenciais no formato tradicional e também aulas virtuais, ao vivo ou gravadas, assim como no EaD. Presencialmente, na instituição ou em seus pólos de apoio, as aulas são aplicadas no mesmo formato em que ocorre nos cursos presenciais. Existe um horário fixo e turmas pré-definidas. As provas e apresentação de trabalhos são feitas presencialmente e, se desejar, o aluno também pode comparecer para tirar dúvidas com professores ou monitores. No caso dos cursos técnicos do SENAI/SC, por exemplo, as aulas são mais flexíveis em relação aos cursos 100% presenciais, possuem conteúdos bastante práticos e têm como foco principal desenvolver as competências profissionais. A metodologia costuma mesclar aulas nas salas virtuais com atividades práticas realizadas nos laboratórios da instituição. Leia também ++ Estudar em casa: 8 dicas de como aumentar o desempenho Diferença entre EaD e semipresencial Carga horária Esse é um requisito determinante para a definição da modalidade é a carga horária. Se 20% dela for destinada às aulas a distância, o curso já é considerado semipresencial. Além disso, a carga horária de cada modalidade é definida pela instituição de ensino e depende de alguns fatores, como as necessidades específicas dos cursos e das exigências do MEC. Interação A interação entre alunos e professores na modalidade semipresencial costuma ser um pouco maior, já que os cursos contam com aulas ao vivo e encontros presenciais que possibilitam uma maior convivência. Enquanto no EaD essa interação é menor, pois os compromissos presenciais são mais raros. Valor O valor das mensalidades é um grande diferencial quando comparamos um curso EaD ou semipresencial com os cursos presenciais. Geralmente, os custos costumam ser mais baixos, já que os recursos necessários para as aulas virtuais são mais baratos. EaD ou semipresencial: para quem cada curso é indicado? Podemos considerar dois fatores como os principais determinantes para responder essa pergunta: suas preferências e a sua disponibilidade de tempo. Os cursos EaD são bastante indicados para pessoas que não conseguem comparecer todos os dias na instituição de ensino ou em um polo de educação a distância, seja por conta de falta de tempo ou pela distância. Por outro lado, é importante ter bastante disciplina e seguir um planejamento para cumprir o cronograma de estudos, reservando tempo e um local adequado para os estudos em sua rotina. Opções de cursos EaD e semipresenciais Instituições de ensino reconhecidas como o SENAI, costumam ofertar diversas possibilidades de cursos em todas as modalidades de ensino: à distância, semipresencial ou presencial. O SENAI conta com cursos de graduação, pós-graduação, cursos técnicos, profissionais, extensão profissional, aprendizagem industrial, entre outros. Confira agora algumas opções de cursos semipresenciais ou EaD para você iniciar ainda este ano: Curso Rápido de Excel Intermediário EaD Curso Técnico em Mecânica semipresencial Curso Rápido em Gestão de Projetos EaD MBA em Gestão de Equipes de Alto Desempenho semipresencial Curso Técnico em Segurança do Trabalho EaD Para obter mais informações sobre esses e outro cursos, acesse o catálogo completo.
Entenda o que é a Indústria 4.0 e descubra por que o SENAI é referência
09/09/2022 • 5 min de leitura
Aplicativo de banco, mapa do trânsito em tempo real, aparelhos inteligentes dentro de casa, mensagens instantâneas. Do momento em que acordamos à hora de dormir, a tecnologia está presente e é difícil imaginar a vida sem essas facilidades. Mas sabia que esse movimento também vem crescendo dentro das indústrias e promete transformar as relações de trabalho e a forma como interagimos com as máquinas? Essa é a Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0. Descubra aqui o que esse termo significa e como ele pode transformar sua vida profissional nos próximos anos. Leia também ++ O que é metodologia STEAM e por que você precisa conhecer Afinal, o que é a Indústria 4.0? A Indústria 4.0 é um conceito que representa a união entre automações industriais e tecnologias variadas, como internet das coisas (IoT), computação em nuvem, inteligência artificial (AI), robótica, entre outras. Em outras palavras, poderíamos dizer que a Indústria 4.0 é o uso de tecnologias inteligentes dentro da indústria. E o principal objetivo é a melhoria contínua dos processos e da produtividade. Pilares da Indústria 4.0 A Quarta Revolução Industrial só é possível porque diferentes ferramentas, tecnologias e conceitos foram integrados para criar um processo produtivo automatizado e autônomo. Confira alguns desses pilares: Big Data Apesar de não ser uma tecnologia específica, o conceito de big data e data analytics é fundamental para compreender a Indústria 4.0. Com objetivo de melhorar produtividade, os processos da Quarta Revolução Industrial são focados na análise de grandes volumes de dados. Aliadas à simulação em tempo real e à otimização, essas informações permitem que as decisões sejam tomadas com muita rapidez. Cibersegurança Vazamentos de dados prejudicam clientes, além de trazer danos financeiros, problemas jurídicos e descredibilizar as empresas. É por isso que a cibersegurança vem ganhando cada vez mais protagonismo em um mundo marcado pela tecnologia. E no contexto da Indústria 4.0 ela não pode ficar de fora. É preciso se proteger contra invasões e roubo de informações. Computação em nuvem Uma tendência na área de TI, o cloud computing, ou computação em nuvem, vem crescendo em empresas de todos os setores. Esse formato reduz custos com infraestrutura e armazenamento de dados, além de garantir um desempenho otimizado, com redução no tempo de respostas entre máquinas e na interação com humanos. Leia também ++ Análise e Desenvolvimento de Sistemas: entenda por que o curso é uma ótima opção em 2022 Internet das coisas Também conhecida pela sigla IoT (que vem do inglês Internet of Things), a internet das coisas é a interconexão de dois ou mais aparelhos à internet. Nesse modelo, os objetos físicos conseguem compartilhar dados sem a interferência humana. Na automação residencial, por exemplo, o uso da IoT permite que um assistente virtual se transforme em um hub que controla diversos dispositivos inteligentes, como lâmpadas, câmaras de segurança, entre outros. A internet das coisas é uma das referências para a Quarta Revolução Industrial, pois garante a automação entre setores e permite que informações detalhadas e descentralizadas (sobre cada etapa do processo produtivo) cheguem até os gestores para a tomada de decisão. Inteligência artificial Quem gosta de filmes de ficção científica já deve ter se deparado com a temática da inteligência artificial nas telas. Mas o conceito de IA é muito diferente do retratado no cinema, no qual há máquinas/humanoides querendo dominar o mundo. Como o próprio nome já diz, na inteligência artificial, as tecnologias simulam habilidades humanas, como aprendizagem, raciocínio, audição, entre outros. Por isso, é comum dizer que na IA as “máquinas aprendem sozinhas”. Nessa tecnologia, o próprio sistema analisa os processos e se modifica visando à eficiência produtiva. A IA é fundamental para o desenvolvimento da Indústria 4.0, já que ela garante segurança, faz a manutenção preventiva, reduz falhas e otimiza a comunicação industrial. Fabricação aditiva/Impressão 3D Na impressão 3D, os objetos são produzidos em camadas, normalmente a partir de uma matéria-prima em polímero ou outra substância em forma de pó. Na Indústria 4.0, esse modelo de fabricação possibilita a customização, bem como a produção de moldes ou desenhos complexos, reduzindo custos e otimizando a produção. Simulação A simulação utiliza dados do mundo real para “duplicar” os processos em um modelo virtual. Com ela, é possível acompanhar, em tempo real, todos os processos produtivos de forma simultânea. Essa tecnologia também é conhecida como digital twin, ou gêmeo digital, que é a representação virtual do mundo físico. O objetivo da simulação é encontrar gaps, falhas, vulnerabilidades e potenciais de produção. Robôs autônomos Quando se pensa em um cenário tecnológico, é comum imaginar robôs. E na Indústria 4.0 eles são mesmo protagonistas. Com um leque cada vez maior de utilidades, são construídos com inteligência artificial e IoT para interagir uns com os outros e com as pessoas. Em geral, os robôs executam tarefas manuais nas linhas de produção. Leia também ++ Estudar em casa: 8 dicas de como aumentar o desempenho Quais os benefícios da Indústria 4.0? Além do objetivo, que é a melhoria dos processos produtivos e o aumento da produtividade, a “digitalização” da indústria traz diversos benefícios, como: Otimização de processos e redução de custos Um dos grandes ganhos da Indústria 4.0 é a otimização dos processos. Isso porque as máquinas inteligentes conseguem reduzir a quase zero o tempo de ociosidade na linha de produção, o que oferece aumento de produtividade e, consequentemente, redução de custos. Processos em tempo real e operações integradas Com a inteligência na fábrica, as empresas terão acesso a bancos de dados, com informações em tempo real dos processos produtivos. Esses dados vão auxiliar tanto na tomada de decisão, que se tornará mais rápida e assertiva, quanto no contato com a cadeia produtiva e com os clientes, que poderão acompanhar todas as etapas do processo. Customização e manufatura modular Outra possibilidade que a Indústria 4.0 traz é a flexibilidade dos processos. As máquinas podem ser facilmente reprogramadas para a customização, a criação de novos produtos ou a modificação daqueles que já existem. Desafios que a Indústria 4.0 traz para as empresas Diante de tantas possibilidades tecnológicas, a pergunta que fica é: como será a transição das empresas para a Indústria 4.0? O primeiro passo, com certeza, é o conhecimento. As indústrias precisam entender as ferramentas disponíveis e como elas podem ser inseridas dentro da empresa para promover o aumento de produtividade. Os gestores devem se atualizar sobre os conceitos para poder repensar os processos. Além disso, as empresas terão que buscar profissionais capacitados que dominem o uso dessas ferramentas e tecnologias. Mercado de trabalho no Brasil e Indústria 4.0 O mercado de trabalho estará em expansão e novas profissões devem surgir. De acordo com um estudo feito pelo Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAI), pelo menos 30 novas ocupações devem surgir, em oito áreas, com a Indústria 4.0. Segundo a pesquisa, os setores que devem se destacar são: automotivo; alimentos e bebidas; construção civil; máquinas e ferramentas; petróleo e gás; têxtil e vestuário; TI e comunicação; química e petroquímica. Para ingressar nesse novo mercado de trabalho, o profissional precisará estar preparado. E, para isso, deverá buscar por uma instituição de ensino que seja referência em Indústria 4.0. O SENAI é referência no ensino para Indústria 4.0 É por isso que o SENAI vem se atualizando em infraestrutura e conhecimento para esses novos desafios da indústria. Recentemente, a entidade investiu R$16,5 milhões em equipamentos para os laboratórios. As novidades incluem bancadas didáticas que simulam, em tamanho reduzido, como é o processo produtivo dentro de uma Indústria 4.0. Os dispositivos incluem recursos de computação em nuvem, robótica, inteligência artificial, internet das coisas, entre outros. A estrutura ficará disponível para estudantes de quase 30 cursos técnicos e superiores e tem previsão de ampliação. Ou seja, quem estuda no SENAI não só aprende como funciona os processos da Indústria 4.0, mas se destaca levando expertise e tecnologia para dentro das empresas. Confira como funciona: Ainda não sabe em que área da Indústria 4.0 quer atuar? Não tem problema. Com o Curso Rápido: Tecnologias 4.0 no Contexto da Indústria, você fica por dentro de todas as tecnologias e se destaca no mercado de trabalho rapidamente.
Técnico em Segurança do Trabalho: tudo sobre o curso e a profissão
02/09/2022 • 4 min de leitura
Capacetes, óculos, protetores de ouvido. É comum associar estes e outros equipamentos de proteção ao dia a dia de indústrias e construções civis. Acontece que a necessidade de garantir a saúde do trabalhador se estende para muitas outras áreas e torna indispensável a necessidade de um profissional especializado dentro das empresas. Esse é o papel do técnico em Segurança do Trabalho, que trabalha para diminuir riscos e garantir a integridade física dos colaboradores nas empresas. A área vem ganhando ainda mais relevância com os avanços tecnológicos e as mudanças nas relações de trabalho. É que, com essas transformações, surge também a necessidade de atualização das normas regulamentadoras que dispõem sobre a segurança dos trabalhadores. Quer saber mais sobre as normas regulamentadoras, conhecidas como NRs? Clique aqui! Mas, afinal, o que faz o técnico em Segurança do Trabalho? Para atuar na área, o profissional precisa ter conhecimentos relacionados às normas técnicas e regulamentadoras e compreensão dos processos produtivos da atividade de atuação. Além disso, deve ter noções de liderança e gestão de equipe, organização de documentos e dominar o uso de instrumentos de higiene ocupacional. Segundo o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), do Ministério da Educação (MEC), esse profissional é habilitado para: Elaborar e implementar políticas de saúde no trabalho, identificando variáveis de controle e ações educativas para prevenção e manutenção da qualidade de vida do trabalhador; Desenvolver ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho; Investigar, analisar e recomendar medidas de prevenção e controle de acidentes; Realizar estudo da relação entre ocupações dos espaços físicos com as condições necessárias; Promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador em seu local de atuação. Analisar os métodos e os processos laborais; Identificar fatores de risco de acidentes de trabalho, de doenças profissionais e de trabalho e de presença de agentes ambientais agressivos ao trabalhador; Realizar procedimentos de orientação sobre medidas de eliminação e neutralização de riscos; Elaborar procedimentos de acordo com a natureza da empresa; Promover programas, eventos e capacitações de prevenção de riscos ambientais; Divulgar normas e procedimentos de segurança e higiene ocupacional; Indicar, solicitar e inspecionar equipamentos de proteção coletiva e individual contra incêndio; Levantar e utilizar dados estatísticos de doenças e acidentes de trabalho para ajustes das ações prevencionistas; Produzir relatórios referentes à segurança e à saúde do trabalhador. Leia também ++ Tudo o que você precisa saber sobre o curso e a profissão de Técnico em Química Áreas de atuação do técnico em Segurança do Trabalho É comum imaginar um técnico atuando em indústrias ou construções civis. Essa familiaridade se dá pela necessidade de uso de EPI em fábricas, como capacetes, óculos, protetores de ouvido, entre outros. É fato que essas atividades têm riscos de acidentes em diferentes níveis e há obrigatoriedade em relação à segurança e à saúde do trabalhador. Mas há muitos outros locais que também oferecem riscos e requerem um profissional especializado, como hospitais, agropecuárias, empresas privadas e órgãos governamentais. Ou seja, a área de atuação do técnico em Segurança do Trabalho é bastante ampla. Afinal, as normas regulamentadoras precisam ser seguidas por empresas de todos os portes e setores. A boa notícia é que quem seguir nessa carreira terá fácil inserção no mercado de trabalho. Isso porque, além do amplo campo de atuação, a legislação brasileira estabelece deveres relacionados à segurança do trabalho para as empresas. Um desses exemplos é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat), evento obrigatório em que os técnicos prestam orientações para os colaboradores sobre cada tipo de situação de risco. Vale lembrar que cada setor possui suas especificidades e, por isso, é fundamental que o profissional tenha conhecimento sobre o processo produtivo da empresa em que está inserido. Leia também ++ Saiba tudo sobre a profissão de assistente administrativo e descubra se ela é para você! Quanto ganha um técnico em Segurança do Trabalho? Já deu para perceber que campos de atuação não faltam. Mas, e em relação ao salário? De acordo com o Guia das Profissões do MEC, o salário médio desse profissional é R$ 4.035,52 – dados do ano de 2020. Já no Glassdoor, um site de recrutamento e vagas de emprego, o salário médio informado pode variar de R$ 3.100,00 a R$ 10.000,00 dependendo da área de atuação e da experiência profissional. Além dessas estimativas, é importante ressaltar que a categoria profissional conta com pisos salariais que são definidos pelo sindicato e costumam variar de acordo com cada região do país. Como se tornar um profissional em Segurança do Trabalho? Para atuar nessa área, é preciso fazer um curso técnico ou um tecnólogo. A diferença entre eles é que o primeiro é de nível médio e o segundo, nível superior. Se quiser saber tudo sobre a diferença entre essas duas modalidades de ensino, acesse esse conteúdo completo aqui. O curso técnico é mais indicado para quem deseja uma formação mais ágil para ingressar no mercado de trabalho. Para essa modalidade, podem se matricular estudantes a partir do 2º ano ou que já concluíram o Ensino Médio. A idade mínima para cursar é de 14 anos. Depois de formado, é necessário retirar o registro profissional junto ao Ministério do Trabalho e da Previdência. O que você aprende no curso? No curso técnico, os conteúdos são divididos entre o módulo básico e os específicos. O Senai de Santa Catarina oferece o curso com duração de dois anos. Confira a grade curricular: Módulo básico Ciências Aplicadas Comunicação e Informação Fundamentos de Segurança e Saúde no Trabalho Gestão de Pessoas Módulos específicos Higiene Ocupacional Rotinas de Segurança e Saúde no Trabalho Coordenação de Programas e Procedimentos de Saúde e Segurança do Trabalho Metodologia de Projetos Planejamento e Execução de Ações Educativas Assessoria e Consultoria em Saúde, Segurança e Meio Ambiente do Trabalho Gestão de Auditorias em Saúde e Segurança do Trabalho Monitoramento dos Programas e Documentos de Saúde e Segurança do Trabalho Ficou interessado? Clique aqui e saiba mais sobre o curso técnico em Segurança do Trabalho.
Cursos de moda: opções para se atualizar ou conhecer a área
06/10/2023 • 4 min de leitura
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o setor têxtil está em crescimento e faturou R$ 150,3 bilhões em 2022. Diante das novas tecnologias na moda, buscar aperfeiçoamento é essencial para profissionais que querem inovar, destacar-se no mercado de trabalho ou, ainda, para pessoas que pensam em ingressar na área. Se você se identifica com alguma dessas opções, continue a leitura e descubra cursos de moda para diferentes momentos profissionais! Leia também ++ O que são soft skills e como desenvolvê-las Mercado de trabalho para a área de moda Primeiramente, são muitos os profissionais que atuam desde o planejamento até o lançamento de uma coleção de moda. O Relatório Setorial da Indústria Têxtil Brasileira de 2022 levantou que o Brasil possui cerca de 18 mil empresas do setor de vestuário em funcionamento e emprega de forma direta 957 mil pessoas. Já segundo os dados da plataforma de empregos Glassdoor, os salários na área da moda podem chegar a até R$ 8 mil, dependendo da função e do nível de experiência. Mas, independentemente da área de moda que você atua ou pretende atuar, observamos uma transformação e evolução de tecnologias, materiais e técnicas. No SENAI, uma das instituições mais renomadas quando o assunto é formação profissional alinhada às necessidades do mercado de trabalho, você encontra diversas opções de cursos de moda, tanto para atualização rápida quanto para conhecer esse universo. Leia também ++ Conheça as 5 áreas do Design de Moda mais promissoras Como dar os primeiros passos na área de moda? Antes de investir em cursos de longa duração, o ideal é que você experimente qualificações dinâmicas. O curso EaD de Introdução à Criação de Moda é uma excelente oportunidade! Ao longo do curso, que tem duração de 10 horas, você aprende os processos de desenvolvimento e validação de produtos de moda. Já o curso EaD de Planejamento de Coleção tem duração de 10 horas e ensina quais as principais ferramentas para planejar e gerenciar coleções. Ao final do curso, você vai dominar os conceitos de cronograma de coleção, mix de produtos, categorias, famílias, análise comercial, geração de ideias e validação. 7 cursos de moda para se manter atualizado Em primeiro lugar, atentar-se às tendências do mercado, como tecidos inteligentes e moda sustentável é indispensável. Para isso, os cursos de moda EaD do SENAI podem ajudá-lo! Isso porque o modelo de ensino permite que você estude de qualquer lugar e em qualquer ritmo. Confira algumas opções: Design de Moda Para quem busca aprender novas técnicas e ferramentas para expandir a criatividade na hora de criar painéis conceituais estratégicos para coleções de moda, o curso EaD de Moodboard para criação de moda é uma excelente opção! Com foco em otimizar a comunicação de um time de moda, o curso com duração de 10 horas aborda desde a elaboração e a confecção de painéis até ferramentas e métodos para criação de painéis moodboards. Do mesmo modo, o curso EaD de Prototipação ágil na área têxtil será aliado para profissionais que buscam aumentar a agilidade no processo de prototipação e validação de peças de moda. Com apenas 10 horas de duração, aborda tecnologias, funções e benefícios da prototipação ágil, facilitando o processo de desenvolvimento de produtos de moda. Moda sustentável Não é novidade que a sustentabilidade é um tema cada vez mais debatido na moda! Com o curso EaD de Materiais Sustentáveis para a Moda, você vai compreender os impactos das principais fibras e materiais usados na indústria da moda atualmente e descobrir materiais inovadores. Como complemento técnico, o curso Modelo de Negócios Sustentáveis na Área da Moda vai auxiliá-lo a compreender novos modelos de negócios ao longo de 10 horas de conteúdo online que esclarecem as mudanças do comportamento do consumidor e quais princípios as marcas devem seguir para caminhar em direção à sustentabilidade. Pesquisa de tendências Do mesmo modo, analisar as tendências e o comportamento de diferentes públicos contribui com a atuação de estilistas, gestores de marca e profissionais de marketing de moda. Com o curso Coolhunting – Pesquisa de Tendência de Moda, você aprende a explorar o surgimento das tendências de moda, analisá-las da melhor forma e aplicá-las estrategicamente nas coleções. Já o curso de Inteligência de Mercado para Moda foca em pesquisa e investigação. Ao longo das aulas, você descobre as principais ferramentas para realizar pesquisas efetivas de públicos e concorrentes da marca. Por fim, com o curso de Gestão de Branding para moda, é possível adquirir competências para avaliar o posicionamento de diferentes marcas do mercado. As três qualificações são EaD, com duração de 10 horas cada e mesclam diferentes formatos de conteúdo. Quais são as outras modalidades de cursos de moda? Entretanto, se você busca uma primeira formação na área, existem outras opções de cursos de moda que podem ajudá-lo. O bacharelado em Design de Moda, por exemplo, é indicado para quem busca uma primeira formação, por se tratar de um curso de graduação com duração de quatro anos. Com ele, é possível adquirir conhecimentos tanto teóricos quanto práticos mais aprofundados. Já o superior de Tecnologia em Design de Moda, também conhecido como tecnólogo, possui uma grade de disciplinas mais direcionada às demandas do mercado de trabalho e a parte prática da profissão. O diploma não tem distinção alguma da graduação, mas o curso tem duração de dois anos e meio. Por último, o Curso Técnico em Produção de Moda é muito procurado por quem deseja ingressar na área de forma rápida. Com duração média de 2 anos, tem foco na parte prática da profissão, abrangendo todo o processo, desde o planejamento até a divulgação. Logo, você deve ter percebido que a área da moda é dinâmica e com muitas possibilidades de atuação. A boa notícia é que você encontra cursos para diferentes momentos profissionais no SENAI Santa Catarina! Fique ligado em outros conteúdos sobre o mercado de trabalho, acessando o nosso blog semanalmente.
Curso de Eletricista: saiba qual o melhor e descubra tudo sobre a profissão
19/08/2022 • 3 min de leitura
O curso para se tornar um profissional responsável por instalações elétricas é bastante procurado há vários anos. Mas você sabia que não existe apenas um tipo de curso para seguir nessa profissão? Se você deseja se tornar um eletricista profissional e quer saber tudo sobre o curso, as melhores instituições, a profissão, o salário e o mercado de trabalho, está no lugar certo. Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a profissão de eletricista. Principalmente dúvidas relacionadas à formação necessária, ao salário médio e as possíveis áreas de atuação. Então, vamos lá! O que faz um eletricista? Eletricista é o profissional responsável por executar instalações, reparos, vistorias e manutenções de sistemas elétricos, tanto residenciais e prediais quanto industriais. Mas não para por aí, o profissional que trabalha de forma autônoma também desempenha as partes administrativa e comercial da profissão, além da parte técnica, portanto, precisa estar capacitado para isso em um bom curso de eletricista. Por isso, é tão importante uma qualificação profissional de excelência. Algumas das atividades cotidianas desse profissional são: Conserto de equipamentos elétricos; Análise e interpretação de desenhos técnicos de fiação e instalações; Elaboração de orçamentos e manutenção de maquinário elétrico industrial; Elaboração e execução de pequenos projetos elétricos; Instalação e reparação de peças, componentes e equipamentos eletrônicos; Manutenção preventiva, preditiva e corretiva; Vistoria de instalações; Reparos em redes de distribuição de energia. Leia também ++ Eletrotécnica ou eletromecânica: qual curso técnico escolher? Possibilidades de atuação para um eletricista Um eletricista pode trabalhar como autônomo em serviços para residências, em empresas de manutenção, em indústrias, na construção civil ou ainda prestar concurso público. Hoje, basicamente, a profissão se divide em três grandes áreas de trabalho: eletricistas residenciais, eletricistas prediais e eletricistas industriais. Dentro desses três campos, o profissional ainda pode executar diferentes tipos de serviços. Há ainda algumas especializações mais específicas, como o eletricista de automóveis ou o eletricista naval, especialista em instalações e reparos de circuitos e equipamentos elétricos em empreendimentos navais e offshore. O que faz um eletricista residencial? O profissional eletricista residencial trabalha realizando as atividades cotidianas citadas acima em residências (casas ou apartamentos). Costumam ser serviços bastante procurados, principalmente, para profissionais autônomos Eletricista predial O eletricista predial, além de precisar ter pleno conhecimento sobre instalações elétricas, da elaboração a execução e manutenção, também deve ter entendimentos das estruturas e, é claro, das normas vigentes. A complexidade de uma instalação elétrica predial é bem maior do que uma residencial. Além das construções e edificações, esses profissionais também podem trabalhar em empresas de telefonia, que é uma área que demanda bastante mão-de-obra qualificada de eletricistas e está em constante expansão. Eletricista industrial Já o eletricista industrial, deve ter o conhecimento técnico, principalmente, para realizar manutenções preditivas, corretivas e preventivas, reparando instalações elétricas e máquinas industriais. Portanto, o conhecimento técnico que o eletricista industrial precisa ter, é mais amplo. Abrange motores elétricos, máquinas de solda, pontes rolantes, fresas, tornos e prensas. Características de um bom eletricista Em um mercado bastante competitivo, se destacam os bons profissionais. Um bom eletricista deve: Ser organizado e ágil Ter o raciocínio lógico bem desenvolvido pois precisará fazer cálculos de maneira eficiente Se comunicar bem pois lida diretamente com o público e precisa saber explicar seus serviços e sanar todas as dúvidas dos clientes; Saber elaborar e apresentar orçamentos justos e bem fundamentados; Conhecimento sobre a legislação e normas da área elétrica; Entender sobre os equipamentos de segurança individual (EPI) e procedimentos de segurança, pois é uma área que apresenta riscos; Saber lidar com diferentes equipamentos inerentes a profissão. Como se tornar um eletricista Para se tornar um eletricista, você pode fazer um curso técnico, profissionalizante ou graduação em engenharia elétrica. Leia também ++ EJA Profissionalizante: saiba tudo sobre a modalidade Melhor instituição para fazer um curso de eletricista Uma instituição renomada e tradicional na oferta de cursos para eletricista, é o SENAI. 7 em cada 10 alunos formados pelo SENAI, estão empregados. O SENAI oferta desde o Curso Técnico em Eletrotécnica, quanto diversos Cursos Profissionais na área: eletricista instalador predial, eletricista industrial, eletricista naval, eletricista de automóveis, eletricista instalador automotivo, eletricista residencial básico. Os Cursos Profissionais são destinados a quem precisa desenvolver uma habilidade em específico, para complementar um conhecimento ou ainda para desenvolver uma nova competência. Para conferir todos os cursos que o SENAI oferta nessa área, clique aqui. Grade curricular do Curso Técnico em Eletrotécnica O Curso Técnico em Eletrotécnica tem duração de dois anos e conta com as seguintes disciplinas: 1º semestre: Comunicação Oral e Escrita Eletricidade Leitura e Interpretação de Desenho Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança no Trabalho (QSMS) 2º semestre: Instalações Elétricas Prediais Projetos Elétricos Prediais Segurança em Eletricidade 3º semestre: Acionamento de Dispositivos Elétricos Automatizado Instalações Elétricas Industriais Projetos Elétricos Industriais 4º semestre: Eficiência Energética Gestão da Manutenção Instalações de Sistemas Elétricos de Potência (SEP) Manutenção Elétrica Predial e Industrial Manutenções e Operações de Sistemas Elétricos de Potência (SEP) Projetos de Sistemas Elétricos de Potência Licença para eletricistas Para atuar na área, é necessário que o profissional obtenha a Carteira de Aptidão Profissional. Para isso, é necessário a realização de testes que comprovem o conhecimento na área. Os procedimentos variam de região para região. Quanto ganha um eletricista? Segundo pesquisas de sites que acompanham os salários de diferentes profissões no Brasil, a média salarial para a profissão de eletricista é R$2.095,33. O teto salarial pode chegar a R$3.988,31.
Conheça as principais características das escolas inovadoras
29/07/2022 • 4 min de leitura
Muito se fala em inovação. Mas, afinal, o que é inovar? Inovar é, primeiramente, criar algo novo, desvencilhar-se de antigos padrões! E quando entramos no assunto educação: o que caracteriza uma escola inovadora? Quando falamos de uma escola inovadora, falamos de uma matriz educacional concebida dentro de uma estrutura inovadora, que vai desde o projeto dos cursos até o projeto arquitetônico. Características de uma escola inovadora Nos últimos anos, assuntos como metodologias ativas, educação maker, aprendizado colaborativo, entre outros, viraram pauta nos setores de educação. Inclusive, já existem diversas escolas com salas de aulas mais coloridas, munidas de impressoras 3D, cortadoras a laser, microscópios e outros objetos e instrumentos que fazem parte de uma educação que tem como centro a inovação. Mas não para por aí. Uma escola inovadora não é apenas mais colorida e cheia de artefatos. É necessário que os gestores também invistam na capacitação dos professores, na estruturação das disciplinas e atividades e na composição do ensino como um todo. Para um aprendizado mais inovador é necessário que toda a equipe técnica esteja engajada e capacitada para essa mudança de valores. Atualmente, o padrão do sistema educacional é focar a matriz curricular no desenvolvimento de conteúdos e não no desenvolvimento de habilidades e competências dos alunos. Ou ainda, mesmo quando já há uma atenção ao desenvolvimento de competências, muitas vezes, os moldes nos quais isso acontece são bastante ultrapassados: disciplinas, mesas enfileiradas, aulas limitadas em 50 minutos… Leia também ++ Como se preparar para o ENEM? A Escola S te ajuda! O que é a criatividade e por que é importante para as crianças? A criatividade é um processo mental constituído a partir da plasticidade cerebral, ou seja, da capacidade que o cérebro tem de experimentar novas formas de fazer a mesma coisa. Para que a criança desenvolva maior capacidade cognitiva, ela precisa ter, na escola e nos ambientes que ela mais convive, um ambiente acolhedor. Então, na escola, é necessário que os profissionais observem e estimulem a construção de competências socioemocionais (soft skills) como base para o desenvolvimento das capacidades técnicas. A criatividade se constitui a partir de conexão, persistência, resiliência, empatia, foco, entusiasmo e mais uma série de sentimentos e emoções que uma teia complexa que, quando equilibrados, levam à formação de um cidadão mais autônomo, protagonista e capaz de reconhecer em si suas emoções, adaptando-se melhor no meio em que está inserido. O papel da escola e da família Então, quando falamos sobre educação inovadora, falamos sobre pessoas. Desenvolvimento de pessoas, afeto, acolhimento. A educação inovadora entende que uma escola não tem como se constituir enquanto espaço de aprendizagem sem antes pensar nas pessoas que estão ali, para que todos se sintam bem-vindos. A escola desempenha um papel fundamental no acolhimento do estudante e é responsável por garantir um ambiente favorável para o desenvolvimento tanto das capacidades técnicas quanto das socioemocionais – também conhecidas como hard skills e soft skills. No entanto, é importante lembrar que a família antecede todo o escopo emocional da criança/adolescente, sendo ainda mais responsável no desenvolvimento de um mindset de crescimento, encorajando aquele ser humano a se desenvolver constantemente. Esse desenvolvimento contínuo do estudante é o background necessário para uma escola inovadora, além disso, metodologias que buscam o aprimoramento das habilidades sociais trarão melhores resultados no processo criativo. Metodologia STEAM: o que é? Uma abordagem de ensino que tem emergido nos últimos anos no Brasil é a abordagem STEAM, que busca integrar os conhecimentos de Ciência (S), Tecnologia (T), Engenharia (E), Artes (A) e Matemática (M), abrindo possibilidades para um processo de aprendizagem mais fluído, dinâmico e holístico. A união de áreas traz uma conexão entre os conteúdos necessários para o desenvolvimento de habilidades técnicas como programação, ciências exatas e naturais, ética, lógica, cálculo, estética. Entenda o que é a educação maker A abordagem STEAM é o ponto de partida para a educação maker, que tem como principal objetivo as atividades também conhecidas como mão na massa. Chamamos a atenção aqui para a importância da intencionalidade pedagógica, pois atividades mão na massa não podem ser confundidas com recreação e artesanato, não que essas não sejam importantes, muito pelo contrário, são de extrema importância quando inseridas em um contexto que busque essa finalidade. Entretanto, para o contexto de sala de aula e para a integralização de uma matriz curricular que busque o desenvolvimento autônomo do estudante, essas atividades devem ser planejadas com cuidado pelo docente, focando no pleno desenvolvimento da competência e da habilidade. Em suma, de nada adianta um projeto arquitetônico diferenciado se a prática pedagógica permanece a mesma dos antigos padrões. Escola S – Acreditamos na construção de um novo mundo Podemos perceber que, para uma escola ser considerada inovadora, são muitos os requisitos necessários. Vai além do espaço físico, é uma cultura que precisa ser empregada e que abranja tudo que diz respeito à escola, o ensino, os colaboradores, os alunos e, principalmente, na relação construída entre todos os lados. Para conhecer o que há de mais inovador na educação de Santa Catarina, visite o site da Escola S e entenda mais sobre esse novo modelo de educação. A proposta conta com: Tecnologia Ferramentas e recursos que potencializam o aprendizado dos alunos, trazendo mais agilidade, segurança e facilidade. Cuidado socioemocional O desenvolvimento de competências e habilidades socioemocionais necessárias para o futuro profissional e para o dia a dia dos alunos. Programa bilíngue Aulas ministradas em inglês, com foco na conversação para o desenvolvimento das habilidades linguísticas, sem custo adicional para o aluno. Espaço STEAM Espaços com equipamentos e infraestrutura completa para o desenvolvimento de projetos “mão na massa” que estimulam a criatividade. Contraturno maker Oficinas baseadas na metodologia maker, onde os alunos colocam o aprendizado em prática e dão vida à imaginação. Hábitos saudáveis Atividades interdisciplinares que estimulam o despertar da consciência para os cuidados com a saúde e com o meio ambiente. Tradição SESI SENAI A união da educação SESI SENAI – e sua qualidade amplamente reconhecida – com um novo modelo de educação.
Análise e Desenvolvimento de Sistemas: entenda por que o curso é uma ótima opção para 2023
20/07/2022 • 4 min de leitura
Apesar de ser um curso conhecido há muitos anos, a Análise e Desenvolvimento de Sistemas está cada dia mais em alta. Isso porque, com o avanço tecnológico dos últimos anos, a demanda da área de Tecnologia da Informação (TI) não para de crescer. O setor é um dos que mais oferece vagas de emprego e, portanto, a busca por profissionais qualificados é contínua. Mercado de trabalho e salário Para quem se interessa por tecnologia e inovação, as opções de cursos – técnicos, profissionais, graduações tecnológicas, entre outros – são muitas. O que diferencia a graduação tecnológica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas dos outros cursos são, principalmente, as diversas possibilidades de áreas de atuação depois que o aluno estiver formado. Como hoje em dia, a maioria das empresas já têm seus processos informatizados, é necessário que haja profissionais de análise e desenvolvimento de sistemas para manter esses processos e tecnologias em funcionamento. Consequentemente, esses profissionais podem exercer a função em empresas dos mais variados setores e atuarem nos mais diferentes cargos. O profissional pode, por exemplo, trabalhar com desenvolvimento de softwares, administração de redes ou administração de banco de dados. Como desenvolvedor de softwares, como já falamos anteriormente aqui no blog, o profissional vai utilizar a linguagem de programação para criar novos softwares, sites e apps e melhorar e manter os já existentes. Ou seja, o desenvolvedor é indispensável para o avanço das tecnologias, por isso, a demanda é, e vai continuar sendo por muito tempo, altíssima. Você vai entender mais a fundo como é o perfil, o mercado de trabalho, o salário e o dia-a-dia de um desenvolvedor, lendo esse conteúdo. Já na parte de administração de redes, o profissional fica responsável por toda a instalação, parametrização e configuração dos sistemas informatizados de uma empresa, incluindo o que diz respeito à segurança da informação, ou seja, a segurança de todos os dados que passam por esses sistemas. É um cargo de bastante responsabilidade porque, basicamente, toda a tecnologia da informação da empresa estará sob a gestão desse profissional. Como já dito anteriormente, praticamente todas as empresas já possuem sistemas informatizados, então, a demanda para esse tipo de função também é bastante ampla. O salário médio para esse cargo é de R$ 4.946,85, segundo pesquisa do salario.com.br. Já para um profissional que atua com administração de banco de dados, a mesma pesquisa mostra que a média salarial é de R$6.763,18. Nesse cargo, o analista/desenvolvedor de sistemas lida especificamente com a segurança dos dados. Com os sistemas informatizados, sabe-se que uma quantidade gigantesca de dados é compartilhada diariamente. E, com isso, é necessário o conhecimento de um profissional que gerencie, organize e faça uma manutenção constante dessas informações. Tanto para que elas não sejam usadas de forma incorreta ou fora da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), quanto para gerar insights e novas oportunidades para a empresa. Essas são apenas as três mais comuns das várias atuações possíveis para o profissional formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Mas, antes de ingressar no mercado de trabalho, é necessário se capacitar com uma formação de qualidade. Vamos entender quais as opções para quem quer se tornar um analista e desenvolvedor de sistemas? Opções de cursos Para se tornar um analista e desenvolvedor de sistemas, o aluno precisa cursar uma graduação tecnológica, também conhecida como tecnólogo. A graduação tecnológica é reconhecida pelo MEC como uma graduação plena como quaisquer outras graduações de bacharelado ou licenciatura. Os principais diferenciais são: o tempo de curso e a especificidade dos conteúdos. Os tecnólogos, diferentemente das graduações tradicionais, são concluídos em, no máximo, 3 anos. E tem seus conteúdos voltados para os aspectos práticos da profissão, com foco no mercado de trabalho. Enquanto uma graduação tradicional é mais ampla, generalista e mais focada na teoria, podendo durar até 6 anos, dependendo da escolha do curso. Diferença entre curso técnico e tecnólogo Curso técnico e tecnólogo (graduação tecnológica) não são a mesma coisa. Para iniciar em uma graduação tecnológica, assim como em uma graduação tradicional, o aluno precisa já ter finalizado o Ensino Médio. Diferentemente do ingresso no curso técnico, que pode ser feito a partir do segundo ano do Ensino Médio, ou seja, não é necessário já ter finalizado. Como citado anteriormente, a graduação tecnológica ou tecnólogo, é considerado um curso de nível superior, enquanto o curso técnico é considerado de nível médio. Se quiser entender melhor a diferença entre as duas modalidades, acesse esse conteúdo. Onde cursar O SENAI é referência nacional e internacional de ensino. Com docentes especialistas providos de experiência na área, você vai ter contato direto com o DNA da indústria e com as demandas atuais do mercado de trabalho. O desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais também vão fazer parte da sua formação. Além disso, ter o SENAI no currículo é ter preferência na contratação pelas indústrias. Estude no UniSENAI Uma Instituição de ensino superior oferece um serviço essencial para a sociedade: a produção de conhecimento que é vital para que a indústria evolua, para que os nossos cidadãos se tornem mais responsáveis e para que a qualidade de vida da região se desenvolva. O UniSENAI é composto por um Centro Universitário localizado em Blumenau e quatro campi: Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul e Joinville. Ajudamos a formar uma nova geração de engenheiros e tecnólogos socialmente responsáveis, que carregam o modelo mental de verdadeiros transformadores. Cada egresso será capaz de criar impacto positivo e de transformar sua realidade local, sua comunidade e seus negócios, promovendo melhor qualidade de vida para a sociedade. Portanto, ao escolher um curso, pense na sua carreira e em onde você quer chegar. Conte com o o UniSENAI! Conheça mais sobre o curso aqui.