MBA ou pós-graduação: entenda as diferenças e faça a escolha certa
Pós-graduação

MBA ou pós-graduação: entenda as diferenças e faça a escolha certa

25/08/2021 • 3 min de leitura

Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, se destacar tem sido uma tarefa difícil. Já falamos aqui no blog sobre o que realmente é preciso para ser promovido no trabalho. Estudar e se manter atualizado é sempre um dos melhores caminhos. Diante disso, muitos profissionais já graduados estão em busca de uma qualificação maior.  No Brasil, existem diferentes modalidades de cursos posteriores à graduação e, muitas vezes, a falta de conhecimento sobre quais são elas dificulta a hora da decisão.  Aprenda quais são as principais diferenças entre as modalidades de pós-graduação existentes e saiba qual se encaixa melhor nos seus objetivos profissionais. Por que fazer uma pós-graduação? São vários os motivos que levam um profissional a buscar mais qualificação após o diploma da graduação. Entre eles: – O desejo de se tornar um professor universitário ou pesquisador – A vontade de se tornar um profissional referência com especialidade em alguma área – Mesmo em constante aumento, no Brasil, um diploma de pós-graduação ainda é pouco acessível, consequentemente, os profissionais que alcançam essa titulação acabam se destacando. – Até para profissionais graduados, as vagas e salários muitas vezes não são atrativas. Mas afinal, o que é pós-graduação? Resumidamente, a pós-graduação é a formação acadêmica e profissional destinada a pessoas já graduadas. Ou seja, qualquer formação que exija que o candidato tenha anteriormente concluído o curso de graduação.  Para entender melhor, considere a graduação como apenas o ponto de partida para se tornar um especialista em alguma área do conhecimento. A pós-graduação chega para dar continuidade a essa especialização e aprofundar ainda mais o profissional na área escolhida. Tipos de pós-graduação no Brasil Basicamente, existem dois tipos de pós-graduação no país: as stricto sensu e as lato sensu. As pós-graduações stricto sensu se referem aos cursos de mestrado e doutorado. Estes são mais voltados para o âmbito acadêmico e formam, em sua maioria, professores universitários e pesquisadores.  Enquanto as modalidades lato sensu, referem-se às especializações e incluem também os cursos de MBA (Master in Business Administration), dos quais falaremos mais abaixo. Ou seja: tanto mestrado, quanto doutorado, especialização e MBA são considerados tipos de pós-graduação. O que é MBA? Bastante difundido nos últimos anos, o MBA, que em inglês significa “Master in Business Administration”, é um tipo de pós-graduação lato sensu, e no Brasil está voltado para o mundo corporativo e para as demandas do mercado de trabalho.  Em outras palavras, forma profissionais que, em maioria, já possuem experiência de mercado e visam cargos de gestão ou até mesmo abrir e gerenciar o próprio negócio. MBI: o MBA do futuro Assim como o MBA, o MBI é uma pós-graduação em business, ou seja, voltado para as demandas do mercado de trabalho. Mas com um diferencial: o MBI abrange os pilares da indústria 4.0 – que já falamos aqui no blog –, estratégias de inovação, desenvolvimento de novos produtos e otimização de processos. Isto é, é focado no futuro da indústria. O SENAI/SC, que tem expertise em inovação industrial por meio da educação, é uma das Instituições brasileiras que conta com cursos de Master in Business Innovation: como o MBI em Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis, uma das áreas de trabalho mais promissoras para o futuro. Cursos de extensão profissional Você já deve ter falado também nos cursos de extensão profissional. Estes, não são considerados como pós-graduações. São cursos de, em média, no máximo 3 meses, focados no âmbito acadêmico. Ou seja, diferente dos cursos livres, por exemplo, que se voltam mais para as demandas do mercado de trabalho, os cursos de extensão profissional aprofundam em determinada área do conhecimento. Os cursos de extensão profissional podem ser feitos tanto por alunos já graduados quanto por aqueles que ainda não escolheram a graduação. Afinal, quanto tempo dura uma pós-graduação? De acordo com o Ministério da Educação (MEC), uma pós-graduação lato sensu, que, conforme visto, abrange os cursos de especialização e os MBAs, têm a duração mínima obrigatória de 360 horas – ou 2 anos. Já as stricto sensu, que correspondem aos mestrados e doutorados, atendem às exigências das instituições de ensino superior e aos editais de seleção, portanto, a duração pode variar. MBA ou pós-graduação: qual devo escolher? O mais importante para tomar essa decisão é ter definido qual o seu objetivo profissional. Para um profissional inserido no mercado de trabalho e com demandas referentes a essas rotinas e processos e que pretende subir de cargo, o MBA faz um papel muito importante na construção desse profissional enquanto líder. Já para o graduado que almeja trabalhar com pesquisa ou se tornar um professor de ensino superior, as pós-graduações stricto sensu – mestrados e doutorados – cumprem melhor esse papel. Opções de pós-graduação e MBA com matrículas abertas O SENAI de Santa Catarina durante todo o ano está com matrículas abertas e descontos para diversos cursos de pós-graduação e MBAs. Confira os cursos e as unidades disponíveis para você estudar e faça agora a sua matrícula.

Conheça os desafios e possibilidades proporcionados pela mobilidade elétrica
Mercado de trabalho

Conheça os desafios e possibilidades proporcionados pela mobilidade elétrica

17/08/2021 • 3 min de leitura

Os desafios impostos pelo cenário ambiental, movimentam a busca por soluções cada vez mais sustentáveis. Fazem parte desta pauta a mobilidade elétrica e o uso de energias renováveis. O Acordo de Paris, tratado mundial com o objetivo de reduzir o aquecimento global, alerta: precisamos de ações concretas em relação ao consumo de energia e a redução na emissão de GEE – Gases do Efeito Estufa. Caso contrário, teremos níveis alarmantes no aumento de temperatura do planeta. O acordo propõe a descarbonização no setor de transporte em 18%, até 2050, limitando o aumento da temperatura no planeta em 2° Celsius. Sem essa redução, pode-se atingir alarmantes 6° Celsius. A declaração de Paris de Eletromobilidade e Mudança de Clima estabelece um objetivo global de 100 milhões de carros elétricos e 400 milhões de motos e triciclos em 2030. O tema é urgente, mas ainda há muito o que discutir. Neste artigo, trazemos as principais informações. Confira! Quando os veículos deixarão de utilizar combustível fóssil e serão definitivamente elétricos? A resposta depende de diversos fatores. Entre eles, inclui-se uma mudança estrutural de grande porte, levando em conta os aspectos tecnológicos, sociais, mercadológicos e sem dúvida, ambientais. É necessário estabelecer um novo ecossistema que inclui:  – As montadoras de veículos;  – Os fornecedores de energias renováveis; – As indústrias dos mais variados setores; – Soluções tecnológicas; – Órgãos governamentais;  – E os consumidores. Além disso, não podemos deixar de citar também a importância de termos profissionais especializados e preparados para contribuir com essa evolução. A mobilidade elétrica no Brasil e no mundo A substituição de veículos automotores a combustão já é uma realidade em países desenvolvidos. De acordo com estudo da Boston Consulting Group, países desenvolvidos já preveem altos índices de vendas de veículos elétricos até 2030: EUA 79%, União Europeia 88% e China 96%. No Brasil, avançamos de forma lenta, porém já registramos recordes. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), no primeiro quadrimestre de 2021, o país registrou 7290 veículos novos emplacados. O aumento foi de 29,4% sobre o primeiro quadrimestre de 2020. Esses dados reforçam a previsão da própria ABVE de que o mercado nacional deve ultrapassar a marca de 28 mil eletrificados só em 2021. Os principais desafios para o setor Ainda temos obstáculos a serem superados, como: a falta de incentivos financeiros por parte do governo, leis que obriguem a reduzir a emissão de GEE, normas regulamentadoras e investimentos em estações de recarga.  Além disso, a necessidade de profissionais especializados e preparados para contribuir com essa evolução também é um ponto a ser considerado.  Que os veículos elétricos são a melhor solução para o problema, definitivamente não restam dúvidas. De acordo com Adalberto Maluf, presidente da ABVE e professor do MBI em Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis da Faculdade SENAI, os carros elétricos podem ser até 6x mais eficientes e ter manutenção até 4x mais barata em comparação aos carros tradicionais que utilizam motor a combustão.  Mobilidade elétrica: novos cenários para o mercado de trabalho Atualmente, a necessidade de profissionais capacitados  para contribuir com a evolução da mobilidade elétrica e as energias renováveis é sobretudo um ponto a ser considerado.  O Ministério de Minas e Energia (MME), em pesquisa recente, previu uma grande demanda por perfis especialistas em veículos elétricos, em infraestrutura e instalação de eletropostos e em soluções de mobilidade urbana.  De acordo com o estudo, para o futuro, novas competências são requeridas, como conhecimento em integração de fontes de energia renováveis e sistemas de armazenamento de energia; aprendizados sobre novos modelos de negócios e gestão energética; e uso de ciência de dados em gestão de operação e manutenção de sistemas. Assim, para contribuir com a formação e desenvolvimento desses profissionais do futuro, a Faculdade SENAI oferece o MBI em Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis.  MBI em Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis da Faculdade SENAI Apoiado na parceria entre os Sistemas Fiesc e Fiep, o MBI em Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis será conduzido por especialistas da indústria, com reputação e experiência reconhecidas, além de professores oriundos das duas casas.  Além do time de especialistas referência no mercado, são realizadas imersões em ambientes como Institutos de Inovação e empresas de referência nessa área, criando a oportunidade perfeita para aplicar os conhecimentos na prática. Aproprie-se das novas tendências e contribua, como cidadão do século XXI, para uma sociedade sustentável e muito mais eficiente, adquirindo conhecimento materializado em produtos, soluções e serviços inovadores. Quer estar preparado para o mercado de trabalho? Conheça os cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade SENAI, venha aprender com quem mais entende de indústria.

Conheça as 5 áreas do Design de Moda mais promissoras
Graduação

Conheça as 5 áreas do Design de Moda mais promissoras

13/08/2021 • 3 min de leitura

Aprofunde-se nas áreas de Produção de Moda, Estilismo e tome as decisões certas em sua carreira profissional. Escolher uma profissão é sempre um processo desafiador. Pesquisar sobre áreas de atuação, mercado de trabalho, remuneração, requer tempo e dedicação. Mas essa pesquisa prévia é um passo muito importante para que as escolhas corretas sejam feitas e também para que os profissionais dediquem-se a carreiras que realmente façam sentido.  Viajar pelas principais capitais do mundo, assistir aos desfiles, acompanhar as semanas de moda para pesquisar tendências e voltar para a empresa com a bagagem cheia de referências para desenvolver novos produtos parece bastante atrativo, não é mesmo? Mas além de ser uma profissão envolta de muito glamour, o Design de Moda também se ocupa de outras áreas de igual importância, como a Produção de Moda, o Processo de Produção do Vestuário, a Fotografia e o Marketing Digital. Neste artigo, você conhecerá essas 5 áreas do Design de Moda que, atualmente, são as mais promissoras no mercado de trabalho! Vamos lá? O que um designer de moda precisa saber? Em todas as áreas do Design de Moda, uma característica é fundamental para os novos profissionais: a criatividade.  Assim, estar atento às tendências do mercado, indústria 4.0, novos estilos, tecidos inteligentes  e maquinários fazem parte do cotidiano do designer.  Além disso, o profissional também precisa aliar conhecimentos práticos e teóricos para oferecer as melhores soluções ao mercado. Top 5 áreas mais promissoras do Design de Moda Conheça agora um pouco mais sobre cada uma das principais áreas do Design de Moda e saiba como escolher a que melhor se encaixa em suas pretensões profissionais. Confira! 1 – Pesquisa de Moda Você já se imaginou viajando pelas principais capitais da Moda? Nova York, Paris, Londres, Milão e Hong Kong… Elas precisam estar no roteiro de viagem de qualquer designer de moda que deseja crescer em sua carreira.  O profissional que visita estes grandes centros costuma ter um planejamento prévio que define o que irá buscar. Além disso, ele também participa de feiras e encontros, estuda tecidos, acessórios e o comportamento do consumidor, visita fábricas e está com os olhos sempre atentos às tendências do mundo.  Essa sensibilidade aliada à criatividade é o que resultará nas próximas campanhas da marca.  2 – Estilismo O estilismo é a área do Design de Moda que coloca a mão na tesoura e nos tecidos para deixar fluir a criatividade.  O desenho e a criação de acessórios, calçados e roupas fazem parte da rotina do profissional. Gostar de desenhar e dominar alguns softwares fazem toda a diferença nesta carreira, que só cresce nos últimos anos. De acordo com o Guia de Profissões e Salários da Catho, um estilista ganha, em média, R$ 3.257,00 no Brasil. 3 – Fotografia de Moda Você já pensou em trabalhar com Fotografia de Moda? O profissional é o responsável por construir a “imagem” da marca, com enfoque principal nas campanhas de moda.  Senso estético aguçado, domínio de iluminação, figurino, enquadramento e cenário são algumas características importantes para quem quer seguir nessa área.  E lembre-se: é através das lentes desse profissional que as novas coleções chegarão até os futuros consumidores. 4 – Marketing Digital Atualmente, o Marketing Digital está ganhando força nas mais diversas áreas do conhecimento. Afinal, os novos produtos e serviços precisam de estratégias de divulgação cada vez mais elaboradas para chegar aos novos consumidores.  E, caso você opte pela carreira de empreendedorismo, precisará ter domínio de algumas estratégias como: redes sociais, anúncios digitais, User Experience e marketing de influência (aliar os influenciadores digitais à divulgação das marcas tornou-se uma estratégia promissora!). 5 – Processo de Produção de Vestuário O profissional que se especializa em processos produtivos tem muita chance de trabalhar nas indústrias têxteis. Esta área do Design de Moda aprofunda-se no processamento e beneficiamento de matérias-primas, como fibras, lã e linhas. Além disso, também fazem parte do processo o tingimento, a tricotagem e a estamparia, por exemplo. Design de Moda e Sustentabilidade Todas as áreas citadas acima envolvem um conceito muito importante e que precisa estar presente na mente dos novos profissionais: a sustentabilidade. Pensar e desenvolver estratégias para gerir os resíduos da indústria têxtil é um dos principais desafios do mercado da moda.  Você sabia que, de acordo com a pesquisa Pegada Hídrica Vicunha, são necessários mais de 5 mil litros de água para produzir apenas uma calça jeans? Portanto, é responsabilidade do Designer de Moda estar à frente dessas mudanças na sociedade, pensando e desenvolvendo produtos com impacto reduzido à natureza e que também ofereçam retorno positivo às sociedades envolvidas nos processos de produção têxtil.  O conhecimento é a ferramenta para o crescimento profissional Independente da área que você desejar atuar, o importante é estar sempre atualizado e participar de eventos (on-line ou presenciais) para estar à frente das tendências. Ao fazer a escolha de qual carreira você irá seguir, reflita sobre suas habilidades naturais e busque identificar a área do Design de Moda que mais tem relação com os seus objetivos. Conheça os cursos de Tecnologia em Design de Moda da Faculdade SENAI e aproveite para dar o passo que sua carreira precisa!  

Por que você precisa conhecer a indústria 4.0?
Cursos Técnicos

Por que você precisa conhecer a indústria 4.0?

06/08/2021 • 4 min de leitura

Por que você precisa conhecer a indústria 4.0?    O modo de vida das pessoas vem sofrendo grandes impactos e, devido ao avanço da tecnologia, nos próximos anos, a indústria 4.0 será uma realidade tanto no Brasil quanto no mundo. E se a tecnologia já proporciona inúmeros benefícios visíveis em nosso cotidiano, podemos dizer que para a indústria este desenvolvimento é ainda mais positivo. Algumas evoluções que já podem ser notadas no dia a dia das empresas, por exemplo: Big Data, Impressão 3D, Inteligência Artificial, entre outras.  Do mesmo modo, todo esse ecossistema faz parte da caracterização da indústria 4.0. E ela vem trazendo consigo mudanças, vantagens e muitos desafios para o mercado que precisou se adaptar a uma pandemia e a novos métodos de trabalho. Contudo, você deve estar se perguntando: o que, de fato, a indústria 4.0 significa? Neste texto, iremos abordar o conceito, as mudanças, as principais vantagens e muito mais sobre esse tema. Vale a pena conferir!  O que é a indústria 4.0?  Antes de tudo, é importante saber que a indústria 4.0 é um termo muito complexo. Ele caracteriza a automação industrial e a integração de diferentes tecnologias como: – Inteligência artificial;  – Robótica; – Internet das coisas – E computação em nuvem.  Tudo isso com o objetivo de promover a digitalização das atividades industriais, melhorando os processos e aumentando a produtividade. Em outras palavras, trata-se de um novo paradigma de produção automatizada no desenvolvimento das empresas. Indústria 4.0: contexto histórico Primeiramente, diante das infinitas possibilidades que se abrem por meio desse conceito todos os dias, você precisa entender um pouco mais sobre a quarta revolução industrial. O termo originou-se em 2011, pela primeira vez, na Alemanha, na feira de Hannover, a mais importante feira industrial do país. Assim, o conceito foi utilizado para representar uma proposta política baseada em alta tecnologia. Para isso, foram utilizadas como exemplos, empresas multinacionais que possuíam o modelo de altas práticas de produção.  Agora, vamos relembrar: a primeira revolução industrial esteve associada à mecanização da indústria. Já a segunda, esteve atrelada à produção em massa. E a terceira, é o momento em que estamos vivendo, com a introdução dos sistemas de gestão.  E é a partir desse contexto apresentado que podemos falar sobre a quarta revolução. 5 vantagens da indústria 4.0 #1 Aumento da produtividade Um dos principais benefícios encontrados com a implantação da indústria 4.0 pode ser encontrado no uso das tecnologias digitais como internet das coisas(IoT), sensores, computação em nuvem e muito mais. Esses proporcionaram para a indústria um aumento de 22%, em média, da capacidade produtiva de micro, pequenas e médias empresas nos mais diversos segmentos. Os setores de calçados, moveleiro, vestuário, metalmecânica, alimentos e bebidas são apenas alguns exemplos. Na prática, esse benefício diz respeito de produzir mais, utilizando menos recursos. #2 Ganho em eficiência O desenvolvimento e a unificação de dados, além do processo de organização com velocidade são imprescindíveis na rotina de uma empresa, aumentando sua competitividade e produtividade. Isso vai de encontro a realidade de alguns anos atrás, quando a internet das coisas ainda era algo presente apenas no imaginário das pessoas, por exemplo.  #3 Redução dos custos de produção Com as decisões sendo tomadas com base em um conjunto de informações desenvolvidas por softwares, inteligência artificial e Big Data, o resultado torna-se mais valioso para a indústria. Afinal, como consequência ocorre uma diminuição de gastos desnecessários. #4 Continuidade dos negócios na manufatura avançada Qualificada pelo benefício tecnológico não tradicional para melhoria em sistemas de produção, as novas tendências trazem mais agilidade para os processos das unidades industriais. Alguns exemplos disso podem ser vistos no desenvolvimento de produtos, máquinas e sistemas mecatrônicos, produção inteligente e muito mais. #5 Operações integradas A possibilidade de acompanhar a produção em tempo real torna os processos mais dinâmicos e seguros, além de melhorar a produtividade. Por exemplo, hoje é possível acompanhar um grande projeto de maneira remota com a mesma eficiência. A indústria 4.0 na prática  Essa é uma tendência muito forte, com uma cultura ágil da necessidade por resultados com o mínimo de riscos, ganho de velocidade na troca de dados, flexibilidade, chance de utilização de recursos de processamento e o crescimento da capacidade de armazenamento. Essas são as principais razões que, de certa forma, contribuem para a obtenção de mais resultados e o crescimento de negócios do setor industrial. Outro fato importante é a capacitação dos profissionais para esse mercado. É importante provocar reflexões aos alunos que estão entrando no mercado de trabalho, pois tais mudanças fazem com que as profissões do futuro estejam altamente relacionadas à  realidade da quarta revolução industrial. Por isso, a qualificação  e o conhecimento precisam ser atualizados, a fim de manter esses profissionais preparados e competitivos opara essa nova realidade da indústria. Para contextualizar, podemos apresentar um de nossos cases desenvolvidos em parceria com a indústria: Realizados no Instituto SENAI de Inovação Santa Catarina, um desses projetos é o VCub1, um programa de tecnologia espacial composto por sistemas satelitais para satélites de órbita baixa.  A solução propõe uma integração completa do nanosatélite – desde o computador de bordo até a estação de controle e rastreio de satélites. Para isso, o VCub1 passou por testes ambientais do nanosatélite integrado, além de testes de validação do software de controle e altitude e do software de rádio.  Todas as estações de controle e rastreio de satélites, bem como as plataformas de coleta de dados, foram criadas, testadas e validadas pelo SENAI. Além disso, ele possui uma câmera espacial desenvolvida no Brasil e que será usada principalmente para monitoramento ambiental, como registros de desmatamento e apoio a atividades do setor agrícola. Conheça o Instituto SENAI de Inovação Santa Catarina  Atuamos em parceria com as empresas para criar soluções que envolvem o desenvolvimento de softwares, hardwares e ciência de dados (como Inteligência Artificial), gerando novos produtos que abrangem Transformação Digital, IoT (Internet das Coisas), Indústria 4.0, além de máquinas e equipamentos inteligentes. Com profissionais qualificados e alta tecnologia, o Instituto oferece pesquisas aplicadas de ponta para a indústria. Saiba mais sobre nossos projetos e conheça o nosso ecossistema! Somos referência na pesquisa e no desenvolvimento a partir da inovação.  Está convencido de que a Indústria 4.0 é um caminho sem volta e para melhor? Como o seu negócio está caminhando para essa nova realidade? Compartilhe o conteúdo e conte para nós!  Até a próxima. 

Auxiliar administrativo: descubra quais são as características desse profissional
Curta Duração

Auxiliar administrativo: descubra quais são as características desse profissional

29/07/2021 • 3 min de leitura

Dificilmente você nunca esbarrou em uma vaga de emprego para auxiliar administrativo ou algo relacionado. Isso porque, esse profissional é muito requisitado no mercado de trabalho. Mas toda essa requisição pode trazer dúvidas quanto à profissão. Afinal, o que faz um auxiliar administrativo? Vamos descobrir! O que faz um auxiliar administrativo? O auxiliar ou assistente administrativo pode atuar em diferentes segmentos e setores no mercado de trabalho, como por exemplo, trabalhar em um grande shopping, no salão de beleza do seu bairro, no hotel que você se hospeda quando viaja, nas escolas que você estudou, enfim, as possibilidades são muitas. Qualquer empresa ou instituição precisa de um auxiliar administrativo. Entre sua principal função está o amparo à administração da organização em suas mais variadas tarefas internas e diárias. Como ele atua em diferentes segmentos, basicamente as atividades desempenhadas no dia a dia vão depender da área de atuação de cada empresa. Mas podemos destacar algumas tarefas comuns para esse profissional: – Auxiliar o controle financeiro através de relatórios. – Estruturar, organizar e manter atualizados arquivos de documentos. – Preencher formulários e planilhas de controle. – Emitir notas fiscais, bem como controlar as receitas e despesas. – Realizar o atendimento através do telefone e e-mail. – Manter contato com fornecedores. – Organizar as agendas. – Redigir comunicados. – Monitorar a logística da empresa. Como você pôde perceber, um assistente administrativo conversa com diferentes áreas mesmo dentro da organização. Ou seja, faz parte da sua rotina ajudar em processos internos, como: RH, departamento financeiro, contábil, logística, atendimento ou vendas. Sabe quem administra sua folha de pagamento? O auxiliar administrativo. Esse profissional apoia diretamente as tomadas de decisão da empresa, por isso, ter um bom assistente administrativo dentro da instituição é muito importante para garantir o controle e andamento dos processos. 5 habilidades de um bom auxiliar administrativo Um dos pontos positivos para o profissional que atuará como assistente administrativo é seu poder de crescimento dentro da empresa. Pois como ele trabalha diretamente controlando processos importantes para a cadeia produtiva da instituição, acaba tendo uma visão macro da empresa, além de desenvolver competências em diversas áreas. Mas, quais são as habilidades necessárias para se destacar como auxiliar administrativo? Confira! 1. Organização Como dar conta da administração de uma empresa? É preciso muita organização! Essa, provavelmente, seja uma das principais qualidades para ser um bom auxiliar administrativo. 2. Proatividade A capacidade de lidar com conflitos é determinante. Como esse profissional está envolvido em diferentes setores da empresa, ele precisa dominar as situações para que sigam conforme planejadas. Aqui, podemos destacar também a autonomia e flexibilidade como habilidades importantes. 3. Ser detalhista O controle dos documentos, planilhas, agendas, metas de crescimento e afins exigem um profissional detalhista. Cada dado é importante. Por isso, um bom auxiliar administrativo deve estar atento a cada detalhe.  4. Comunicação Saber se comunicar é imprescindível. Esse profissional precisa manter uma boa comunicação interna e externa. Ou seja, entre os colaboradores e também com os fornecedores e clientes.  5. Saber administrar o tempo Prazos fazem parte da rotina desse profissional. Por isso, administrar e aproveitar ao máximo o tempo é fundamental para conquistar bons resultados e destaque profissional.  Qual curso deve ser feito para atuar como auxiliar administrativo? O pré-requisito básico para qualquer vaga de emprego para assistente administrativo é o ensino médio completo e conhecimento em informática básica. Mas quem vai além sai na frente.   Leia também: Proatividade e atitude positiva: entenda o que realmente é preciso para ser promovido no trabalho   Entre os cursos que você pode fazer para atuar como auxiliar administrativo, estão os de nível superior, como Administração ou Secretariado Executivo; nível técnico ou profissionalizante, como Técnico em Administração, Secretariado ou Logística; e ainda, cursos rápidos, para quem tem pressa em atuar no mercado de trabalho, como Assistente Administrativo ou Administração Financeira.  Conte com o SENAI para começar a construir a sua carreira profissional com a qualidade SENAI que você já conhece. Cursos disponíveis nas modalidades EaD ou presencial. Escolha o curso que mais desperta seu interesse e torne-se um auxiliar administrativo.

Quais são as áreas e as profissões do futuro?
Pós-graduação

Quais são as áreas e as profissões do futuro?

21/07/2021 • 3 min de leitura

O que conecta todas é a revolução tecnológica que vivemos no dia-a-dia. A princípio a maioria dos profissionais, iniciantes ou experientes estão em constante necessidade de aprimorar-se, mesmo nos trabalhos tradicionais. E para quem já tem uma graduação, também existe uma diversidade de possibilidades de atualização ou até mesmo de adição de novas competências. Neste sentido, áreas como gestão ligada à inovação, segurança digital e experiência do usuário são tendências com forte presença para as novas profissões. Neste conteúdo, você irá saber quais são essas áreas e as respectivas profissões ligadas à elas. Profissões do futuro ligadas à gestão e inovação Antes de tudo, a gestão empresarial se renova frente aos novos negócios e novos formatos de equipes. Já quando falamos de novos negócios, um bom exemplo são as startups, que são empresas tecnológicas com crescimento exponencial e com grande variedade de processos que sofrem constantes mudanças enquanto elas se ampliam.  Em contrapartida na questão de equipes, elas se tornam cada vez mais multidisciplinares e com alto desempenho frente à concorrência, além dos lançamentos constantes de novos produtos. Ao passo que novas funções de gestão são interessantes, como: Gestor de empreendedorismo e startups; Líder de equipes de alto desempenho; Gestor de projetos ágeis. Competências recomendadas para os profissionais da área de gestão e inovação. Conforme as competências para os profissionais que listamos acima, destacam-se: Capacidade de reutilizar conhecimentos; Saber trabalhar em rede; Instituir experimentos; Executar tarefas com retorno prático. Profissões do futuro ligadas à experiência do usuário Sobretudo, a experiência do usuário segue, além da tecnologia, um aspecto forte na questão comercial. Afinal, um produto que entrega uma experiência satisfatória ou que vai além das expectativas, se torna um promotor das marcas, possibilitando um engajamento positivo com os usuários e clientes.  Juntamente com essas expectativas, uma profissão em evidência para entregar esse produto ou solução assertiva é a de user experience designer. Esse profissional cria soluções pertinentes aos usuários, mas também às tendências do mercado, um misto de criatividade e estratégia. Quais competências um user experience designer precisa desenvolver? Habilidade de comunicação; Conhecimento de programação; Habilidade com design visual; Conhecimento de gestão de projetos; Habilidade de fazer pesquisas. Profissões do futuro ligadas à segurança digital O profissional da segurança digital tem a possibilidade de ampla atuação. Por exemplo uma delas é na área de gestão de segurança em ambientes na nuvem. Similarmente, o profissional fica responsável pela análise e investigação da  segurança forense computacional, além da segurança digital para a indústria 4.0. Então, na prática, o profissional  faz a gestão de todo o aparato para a manutenção do sigilo e proteção da nuvem contra ataques cibernéticos, impedindo vazamentos de informações. Como posso me tornar um profissional do futuro e estar apto para essas funções? Então listamos aqui alguns cursos que oferecem toda a preparação de que você necessita para desempenhar uma dessas profissões do futuro com excelente desempenho: MBA em Gestão de Equipes de Alto Desempenho; Pós-Graduação em Segurança Digital na Indústria Avançada; MBA em Gestão Ágil de Projetos; Pós-Graduação em User eXperience Design; MBA em Empreendedorismo para Startups. Portanto, na hora de escolher um curso para desenvolver e aprimorar suas habilidades para as profissões do futuro, fique atento! Nesse sentido, o ideal é contar com uma instituição de ensino renomada, com nível de excelência no MEC e docentes que possuem experiência no mercado. Tudo isso você encontra no SENAI!  Enfim, gostou desse texto? Deixe seu comentário, dúvidas ou sugestões abaixo! Aproveite para compartilhar com outras pessoas que também possam ter interesse. Para mais conteúdos, acesse o nosso blog. Até a próxima! 😉   

Proatividade e atitude positiva: entenda o que realmente é preciso para ser promovido no trabalho
Mercado de trabalho

Proatividade e atitude positiva: entenda o que realmente é preciso para ser promovido no trabalho

12/07/2021 • 3 min de leitura

A trajetória profissional de cada um é diferente. Mas ser promovido no trabalho é o desejo de muitas pessoas. E a espera pela promoção pode se tornar inquietante se você não souber quais condutas deve começar a seguir quando almeja conquistar esse reconhecimento. Toda empresa e área de atuação tem processos distintos para ascensão de carreira. Mas algumas atitudes são indispensáveis independentemente dessas questões. Considere a promoção uma recompensa Entenda que não tem porque você ser promovido se o seu trabalho não for excelente. E considere que um trabalho excelente vai além dos resultados – mas eles são fundamentais!  A soma de bons resultados com boas relações pode ser o caminho ideal. Pouco adiantará você ter um rendimento invejável mas não ter uma boa relação com os colegas de trabalho. Assim como ser o mais benquisto pelo grupo mas não entregar o que lhe foi solicitado – ou não entregar com qualidade -, não será o suficiente. Tenha uma atitude positiva Dificilmente um líder enxergará o seu potencial caso sua atitude seja negativa. Apontar problemas em tom de reclamação e não de resolução é um exemplo de atitude negativa. Isso porque todo ambiente de trabalho tem empecilhos. Mas, o que você tem feito além de apontar as dificuldades? Tem buscado resoluções? Mesmo que você não encontre a solução ideal, estar interessado em investigá-las é uma atitude positiva. Seja proativo Nos dias atuais, se fala muito sobre proatividade no mercado de trabalho. Mas você realmente entende o que significa ser proativo? Para compreender um pouco mais, reflita sobre uma questão: além do trabalho que você foi contratado para fazer, você busca outras responsabilidades? Aqui, esteja atento, que não falamos de tirar responsabilidades de um colega ou interferir no trabalho que outra pessoa já está fazendo.  Em toda empresa, existem questões a serem resolvidas ou demandas que precisam ser retomadas. Algumas vezes, são questões simples, que estão ao alcance de qualquer colaborador interessado em resolvê-las. Fazer frente na resolução desse tipo de problema, colocará você em destaque.  Frequentemente, a razão porque essas demandas mantêm-se é a falta de tempo ou planejamento da equipe e do gestor. Por isso, esse é um tipo de proatividade muito apreciada dentro das empresas. Estude e se mantenha atualizado Assim como você deseja evoluir na carreira, é preciso também evoluir intelectualmente. Isso quer dizer que estudar e se manter atualizado é essencial E estudar não se resume apenas a cursos – mas eles são importantes! Ler artigos, livros, notícias, participar de palestras, grupos de discussão e assistir documentários são outras formas de acompanhar a evolução de questões pertinentes a sua área e que podem destacar você no ambiente de trabalho. Mas, se você almeja um cargo em específico, o ideal é se qualificar diretamente para ele. Busque se há especializações, cursos técnicos, cursos rápidos ou qualquer outra modalidade de ensino direcionada a essa esfera em particular. O SENAI, durante o ano inteiro, oferta diversos cursos para as mais variadas escolaridades. Por ser uma instituição muito bem vista pelas empresas – e considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU), uma das três principais instituições educacionais do hemisfério sul -, um certificado do SENAI pode destacar você. Entenda o que você ainda precisa desenvolver e mantenha o equilíbrio em todos os aspectos Dentre os aspectos colocados, analise e reflita sobre quais você ainda precisa melhorar. Se os seus pontos fortes já são as relações interpessoais e a atitude positiva, por exemplo, dê uma atenção maior aos outros. Se concentre nos resultados que você precisa entregar e em se manter atualizado. Entenda que para alcançar qualquer objetivo de vida, você precisa equilibrar todos os aspectos necessários para conquistá-lo. E talvez essa seja a parte mais difícil. Manter constância e equilíbrio em várias questões ao mesmo tempo não é uma tarefa simples. Mas essa é uma das características mais valiosas de quem evolui expressivamente na carreira.

Cultura Maker: o aluno como protagonista do seu processo de aprendizagem
Metodologias

Cultura Maker: o aluno como protagonista do seu processo de aprendizagem

30/06/2021 • 3 min de leitura

Imagine que você está em casa, sentado no seu sofá e olhando para aquela parede branca. Então, você pensa: e se eu pintasse essa parede de azul? O próximo passo é pesquisar referências, ideias e dicas na internet de como pintar uma parede, certo? Para isso, suas fontes serão vídeos e artigos baseados no conceito “Do It Yourself” (DIY), ou no português, “faça você mesmo”. Mas não se engane! Esse movimento não é limitado apenas ao mundo virtual. Pelo contrário, a tendência mundial é a inovação. E para isso, é preciso que as pessoas sejam autônomas, criativas e capacitadas para resolver conflitos através do desenvolvimento de ideias e projetos.  Nesse sentido, a Cultura Maker, termo derivado do inglês que significa “fazer”, é centrada no conceito de “mão na massa” e é cada vez mais incorporada aos espaços de educação e ao mercado de trabalho. Na educação, o Maker faz parte de uma metodologia ativa, onde o aluno é protagonista do seu processo de aprendizagem e é estimulado à pesquisa. Quer entender o que são esses conceitos e saber como fazer parte da Cultura Maker? Então, acompanhe este artigo! A educação fundamentada no fazer Existem diferentes formas de aprender: lendo, ouvindo, imitando, memorizando, e uma das mais promissoras no cenário educacional, é experimentando, ou, fazendo.  Dessa forma, ao experimentar e colocar a “mão na massa”, o aluno constrói saberes através de processos investigativos, é essa a essência do Maker. Mas, na prática, como funciona? De forma colaborativa, os estudantes das oficinas Maker identificam problemas e buscam soluções para eles. Assim, pesquisam, levantam hipóteses, testam e compartilham o aprendizado entre as equipes. Tudo isso, em um espaço inovador e colaborativo. Quais os benefícios da cultura Maker para os alunos?  Na cultura Maker, os alunos têm a possibilidade de aperfeiçoar suas habilidades e ampliar suas perspectivas, aumentando a sua confiança no próprio potencial.  Nesse sentido, as oficinas promovem: A autonomia dos alunos; Estímulo à criatividade; Desenvolvimento do trabalho em equipe; Inteligência emocional; Pensamento crítico; Competências diretamente relacionadas à inovação tecnológica.  Confira o que dizem os alunos das oficinas Maker do SESI/SC.   O Movimento Maker no SESI/SC: Conheça as oficinas Com um portfólio de oficinas ainda maior em 2021, as oficinas do Maker SESI/SC contemplam todos os públicos: crianças, jovens e adultos. Nelas, o aprendizado é baseado na resolução de conflitos, desenvolvendo habilidades de um jeito inovador e criativo. 5 oficinas que são um sucesso entre as crianças e adolescentes 1. Maker Start: trabalha competências socioemocionais, através de projetos nas áreas de exatas, humanas e tecnológicas.  2. Maker Robótica: os alunos estimulam sua criatividade e dão vida às suas ideias com trabalho colaborativo e habilidades de pesquisa científica. 3. Maker Tecnologia e Robótica: os alunos vivenciam, na prática, conceitos de engenharia, física, matemática e design. Assim, desenvolvem raciocínio lógico, analítico e crítico. 4. Maker Startup: os alunos desenvolvem visão crítica, liderança, imaginação e capacidade de adaptação e empreendedorismo. 5. Maker Lab: desafios mão na massa para resolver em casa! Com os kits do Maker Lab, os alunos desenvolvem o raciocínio lógico e a capacidade de solucionar problemas construindo protótipos de maneira criativa e desafiadora.  Como levar a cultura Maker para a sua realidade? Através do SESI/SC, você pode levar o Maker para a sua escola, empresa ou município! A metodologia Maker do SESI possui experiência comprovada. Além de ser uma instituição reconhecida, com credibilidade no mercado, o SESI dispõe da infraestrutura e das tecnologias necessárias, assim como, docentes altamente capacitados para conduzir os projetos. As oficinas são personalizadas de acordo com as necessidades da sua instituição. -> Invista na capacitação e desenvolvimento de competências dos seus colaboradores. Ou ainda, ofereça como benefício para seus dependentes. -> Desenvolva as melhores habilidades dos seus alunos. -> Eleve o índice de educação do seu município. Ficou interessado? Conheça todas as vantagens de levar uma forma diferente e inovadora de aprender e ensinar para a sua realidade.

Eletrotécnica ou eletromecânica: qual curso técnico escolher?
Cursos Técnicos

Eletrotécnica ou eletromecânica: qual curso técnico escolher?

23/06/2021 • 3 min de leitura

O mercado de trabalho, além de muito competitivo, é um mar de possibilidades. Sabemos que a capacitação é o melhor investimento e o caminho mais aconselhável para conquistar uma boa colocação e um salário satisfatório. Escolher uma dentre as inúmeras áreas existentes para estudar e se qualificar pode ser complexo. Mas, se você tiver informações o suficiente sobre cada uma das especialidades, fica mais fácil decidir qual se adequa mais ao que você espera do futuro. Já trouxemos aqui no blog que o curso técnico é uma excelente opção para quem deseja construir uma carreira de sucesso, visto que ele surgiu para suprir a demanda da indústria por capacitação profissional qualificada. Mas no meio dos cursos técnicos não é diferente: são muitas opções! Uma dúvida muito comum a quem tem interesse nas áreas de energia e circuitos elétricos é: qual curso técnico é melhor, eletrotécnica ou eletromecânica? Bom, para começar, é importante salientar que o melhor curso técnico é aquele que melhor se encaixa com os seus objetivos, interesses e aptidões, por isso, é essencial conhecer como funciona cada curso e onde atua cada profissional. Técnico em eletrotécnica e técnico em eletromecânica: qual a diferença? Esses dois ramos da ciência e da tecnologia lidam diretamente com energia, dispositivos e sistemas elétricos. A diferença básica é que a eletrotécnica está apta para trabalhar com dispositivos elétricos e eletrônicos, enquanto a eletromecânica combina os conhecimentos da eletrotécnica com a mecânica. No caso de um motor, por exemplo, o técnico em eletrotécnica projeta e executa as ligações, bem como dá partida no motor. Enquanto o técnico em eletromecânica, além de estar igualmente capacitado para esses processos, também realizará as manutenções, o balanceamento e a troca das peças mecânicas. Afinal, o que é eletrotécnica? Ações simples do dia-a-dia como acender uma lâmpada, ligar um computador ou passar um café em uma cafeteira elétrica podem até parecerem descomplicadas, mas, percebemos a complexidade desses procedimentos quando, algum dos equipamentos citados, falha ou não funciona. Neste momento, entra a ação do técnico, ou melhor, do técnico em eletrotécnica. Mas não pense que é apenas essa a função desse profissional! Muitas vezes, o técnico em eletrotécnica é considerado um eletricista geral. Mas é importante destacar que a abrangência deste profissional é muito mais ampla. Ele cria, projeta, desenvolve, instala e mantém equipamentos de geração, transmissão, distribuição e consumo de energia. Esse trabalho pode ter foco industrial, predial, residencial ou de infraestrutura. O técnico em eletrotécnica trabalha com energia renovável ou não-renovável e pode elaborar sistemas de instalações elétricas de baixa, média ou alta tensão de até 800kVa, o que equivale, por exemplo, a um projeto de um grande supermercado atacadista. Sobre o mercado de trabalho, existe muita demanda proveniente das indústrias e da construção civil, para projetar e executar as instalações elétricas nesses ambientes. As empresas de telecomunicações também costumam ser grandes demandantes de serviços eletrotécnicos. E o mercado autônomo, apesar de competitivo, também é muito favorável e atrativo para esses profissionais. E o que faz um técnico em eletromecânica? O profissional eletromecânico analisa, projeta, desenvolve, produz e realiza manutenções de sistemas e dispositivos que contenham componentes elétricos e mecânicos. Muitos desses dispositivos fazem parte do nosso cotidiano. Motores elétricos de ventiladores, máquinas de lavar, secadores de cabelo e transformadores geradores são ótimos exemplos. E a lista é enorme! Isso quer dizer que todos esses dispositivos citados convertem energia elétrica em energia mecânica ou vice-versa. Já o mercado de trabalho para o técnico em eletromecânica está, sem dúvidas, voltado para as indústrias, principalmente no que diz respeito à manutenção de equipamentos, devido a grande quantidade desses dispositivos nesses espaços. Salários É importante considerar que um dos fatores que mais beneficia o mercado de trabalho das duas áreas é a alta e contínua demanda de serviços realizados por técnicos em eletrotécnica e eletromecânica proveniente, principalmente, da indústria.  Os salários podem variar entre R$4.000 e R$5.000, em média. Já para profissionais autônomos, esse valor pode variar ainda mais, dependendo do quanto o trabalho é divulgado, visto que são áreas com muita demanda, e também para quem ou qual empresa o serviço será prestado, além da complexidade desse serviço. Capacitação profissional e segurança Se capacitar para essas profissões em um bom curso técnico se torna ainda mais importante quando o assunto é saúde e segurança. Isso porque são áreas que, por atuarem diretamente com eletricidade, exigem muitos cuidados.  Por isso, para esses profissionais, o conhecimento de normas como a NR-10, emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, é de extrema necessidade, pois elas visam garantir a saúde e segurança dos trabalhadores e manter os ambientes de trabalho mais seguros. Os técnicos em eletrotécnica e eletromecânica do SENAI são os mais procurados dos últimos anos. Isso porque somos uma instituição amplamente reconhecida pelo mercado de trabalho, certificada pelo MEC e que forma profissionais altamente qualificados. Confira todos os cursos que oferecemos aqui.

Case de sucesso: conheça Higor de Lourenci, empreendedor de Lages formado pela Escola S e SENAI
Cursos Técnicos

Case de sucesso: conheça Higor de Lourenci, empreendedor de Lages formado pela Escola S e SENAI

16/06/2021 • 3 min de leitura

Ingressar no mercado de trabalho no Brasil nem sempre é uma tarefa fácil. Sobretudo, por conta das dúvidas e inseguranças que costumam se manifestar, principalmente, durante o período do ensino médio, e que são comuns a qualquer jovem que tenha preocupações e pretensões futuras. Da mesma forma aconteceu com Higor, de 25 anos, case de sucesso formado pela Escola S e SENAI e, hoje, proprietário do restaurante Mais Green de Lages. Mas o fato de ter estudado em um ambiente onde a construção da própria história de sucesso é o objetivo principal, ajudou na jornada. Desenvolvimento para a inovação Higor nasceu em Campos Novos, mas aos 4 anos já morava em Lages. Na cidade, cursou o ensino médio e técnico em Automação Industrial na Escola S, que nada mais é do que a união da educação do SESI e do SENAI em Santa Catarina.  Posteriormente, o aluno cursou Engenharia de Produção em outra instituição de ensino, onde se formou em 2018. Realizou estágios e trabalhos que, segundo ele, só foram possíveis pelas portas que o técnico em Automação Industrial abriu. “Adquirir cedo este conhecimento de estar dentro de uma indústria, é muito valioso para o empreendedor”, ressalta Higor. Sempre incentivado à inovação pelos professores e pela própria metodologia criativa da Escola S, Higor abriu a primeira empresa em 2019. O restaurante de comida saudável Mais Green, em Lages, é reflexo dos anos em que estudou na Escola S e SENAI. Segundo o aluno, “desde o ensino médio eu já visava ter uma empresa, porém, ainda acreditava que a falta de experiência e capital me impediriam. A partir disso, a Escola S e o SENAI me mostraram que o que eu precisava era de conhecimento e habilidades específicas. E isso já estava sendo moldado pelo próprio ensino deles”. Contudo, menos de 1 ano depois da abertura do restaurante, veio a pandemia. Do mesmo modo, Higor aponta a Escola S e o SENAI como grandes contribuintes da força de vontade em não desistir e continuar inovando mesmo em um cenário incerto. “Essa minha determinação vem graças ao empenho de vocês. Sempre acreditaram em mim e me incentivaram a inovar e construir a minha própria jornada”, acrescenta o aluno. Hoje, Higor visa dar continuidade a evolução da empresa. O restaurante tem a proposta de levar uma consciência maior em relação ao bem-estar através da alimentação saudável. O empreendedor também está trabalhando na consolidação da franqueadora Mais Green Franchising. Higor tem a pretensão de levá-la para outros lugares do Brasil, e até para fora dele.  O reencontro com a Escola e professores Ao voltar à escola em maio deste ano, desta vez para rever e conversar com alguns professores que fizeram parte da sua formação, foi visível a emoção de todos: “Sabemos que a nossa escola proporciona um diferencial aos alunos. Além do básico, nós professores buscamos sempre acrescentar algo a mais na vida do estudante”, declarou Edenir Espindula, um dos professores que esteve com Higor durante o ensino médio. Como o principal diferencial da Escola S/SENAI na sua vida, Higor cita a metodologia de ensino totalmente voltada para o mundo real e mercado de trabalho. “Aliado a professores excelentes e uma ótima estrutura física, me possibilitou ter os conhecimentos e habilidades treinados e fixados de uma forma muito mais eficaz”, completa o aluno. De acordo com Higor, uma frase marcou a sua trajetória na Escola S e segue sendo lema de vida. A máxima “hoje melhor que ontem e amanhã melhor que hoje” nunca foi esquecida, segundo o empreendedor. Higor de Lourenci é mais um case de sucesso de empreendedorismo e inovação da Escola S. Aqui, nós acreditamos na construção de um novo mundo fundamentado em um novo modelo de educação. Acesse o site da Escola S e conheça nossa proposta pedagógica singular!