Técnico em Qualidade: saiba tudo sobre a profissão
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Técnico em Qualidade: saiba tudo sobre a profissão

05/05/2023 • 4 min de leitura

Não há dúvida que o consumidor está cada vez mais exigente. Essa tendência de comportamento, faz com que as empresas passem a prestar cada vez mais atenção no controle de qualidade de seus processos e produtos.  Esse cenário faz crescer a demanda por um profissional específico. É o Técnico em Qualidade, a pessoa responsável por garantir que os produtos sigam um padrão e atendam às expectativas dos clientes.  Continue lendo esse texto para saber o que esse profissional faz, quais são suas responsabilidades, o salário, o mercado de trabalho desta área e muito mais.  O que faz um Técnico em Qualidade? Este profissional é responsável por garantir que os produtos e serviços de uma empresa atendam às expectativas e requisitos dos clientes. Entre as atribuições da área, estão: Monitoramento de processos: avaliar os processos para identificar problemas e oportunidades de melhoria. Inspeção de produtos ou serviços: garantir que os produtos ou serviços estejam em conformidade com as especificações e requisitos de qualidade. Documentação e relatórios: registrar todas as atividades de qualidade, incluindo inspeções, testes, auditorias e revisões.  Controle estatístico de processos: identificar variações nos processos de produção ou serviços, a fim de tomar medidas corretivas. Treinamento e educação: repassar conhecimentos aos colegas da empresa sobre questões relacionadas à qualidade, incluindo práticas de trabalho seguras, procedimentos de inspeção e requisitos de qualidade. Auditorias internas e externas: garantir que a empresa esteja em conformidade com as normas e regulamentações de qualidade aplicáveis. Já deu pra entender que o técnico em qualidade é o responsável por garantir que a empresa produza serviços de qualidade. Agora é hora de entender que setores e empresas demandam por estes profissionais.   Onde um Técnico em Qualidade pode trabalhar? O mercado de trabalho é amplo e o cenário econômico competitivo, com consumidores exigentes, aumenta ainda mais a demanda por profissionais da área de qualidade. São exemplos de setores nos quais um técnico em qualidade pode atuar:  Indústrias Empresas de serviços Empresas de consultoria Órgãos regulatórios Instituições de ensino Essas são apenas algumas das possibilidades profissionais. Vale ressaltar que as oportunidades podem ser encontradas em empresas de todos os tamanhos e setores.   +++ Leia também: Entenda por que fazer um curso técnico vale a pena   Quanto ganha um Técnico em Qualidade? O salário de um técnico em qualidade pode variar de acordo com alguns fatores, como o estado em que a pessoa trabalha, a experiência e as habilidades individuais, o setor de atuação, entre outros. A média salarial de um técnico em qualidade no Brasil é de R$ 3,5 mil, podendo chegar a R$ 5 mil por mês. Os dados são do site de empregos Catho, em maio de 2023.  Vale lembrar que esses valores podem não corresponder à realidade de todos os profissionais da área. Fatores como a formação acadêmica, o tempo de experiência, entre outros, influenciam diretamente no salário do técnico em qualidade.  Que formação é preciso fazer para trabalhar com Qualidade?  Para trabalhar na área, o estudante tem à sua disposição várias possibilidades, em diferentes modalidades de ensino.  Curso técnico em qualidade Uma das modalidades mais conhecidas é o Curso Técnico. Trata-se de uma formação de nível médio que prepara o profissional para atuar em atividades de suporte em processos de gestão da qualidade. O curso técnico tem duração média de 1 ano e meio a 2 anos e é oferecido por escolas técnicas e instituições de ensino profissionalizante. Graduação em Engenharia de Produção ou Administração Quando o assunto é ensino superior, o aluno pode optar pela graduação em Engenharia de Produção ou Administração.  A primeira oferece uma sólida base em gestão de processos produtivos e gestão da qualidade. Os engenheiros de produção são capazes de aplicar técnicas de engenharia e conhecimentos de gestão para aumentar a eficiência e a qualidade dos processos produtivos. Já a segunda opção oferece uma formação em gestão empresarial que pode ser complementada com conhecimentos específicos em gestão da qualidade. Os administradores são responsáveis por gerenciar pessoas e recursos para alcançar os objetivos da empresa, e a gestão da qualidade é uma área crucial para garantir a satisfação do cliente e a eficiência dos processos. Cursos de extensão  Ainda há a possibilidade de fazer cursos profissionalizantes, de curta duração, com conhecimentos específicos em gestão da qualidade. Esses cursos podem ser oferecidos por instituições de ensino, empresas de consultoria ou organizações regulatórias. +++ Leia também: Curso EaD: saiba tudo sobre e conheça os benefícios Como é o Curso Técnico em Qualidade? O curso técnico em Qualidade é oferecido por instituição de ensino e escolas técnicas. A duração média depende da carga horária e do formato de ensino (presencial ou EaD), mas que, geralmente, varia entre um a dois anos.  O objetivo da formação é capacitar profissionais para atuar na área de gestão de qualidade. Algumas das principais disciplinas do curso incluem:  Gestão da Qualidade Inspeção e controle de qualidade Estatística aplicada à qualidad Auditoria da Qualidade Métodos de melhoria contínua Comunicação e trabalho em equipe Quem finaliza um curso técnico em Qualidade está apto para trabalhar em empresas dos mais variados tamanhos e setores, exercendo funções de inspeção e suporte nos processos de qualidade.  Cursos na área de qualidade no SENAI No SENAI de Santa Catarina, é possível fazer cursos de nível técnico ou profissionalizante de curta duração. Confira três opções disponíveis: Curso Técnico em Qualidade – Presencial Curso Técnico em Qualidade – EaD  Cursos Rápidos em Qualidade Gostou deste conteúdo? Acompanhe temas relacionados acessando o nosso blog semanalmente.

Área comercial: possibilidades de atuação, mercado de trabalho e dicas de cursos
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Área comercial: possibilidades de atuação, mercado de trabalho e dicas de cursos

28/04/2023 • 6 min de leitura

Nos últimos anos, a área comercial passou por diversas mudanças em decorrência da transformação digital. Novas ferramentas que visam melhorar o processo de vendas, diferentes técnicas que levam em conta o comportamento do consumidor e a integração entre os times de vendas e marketing são alguns fatores que compõem esse cenário.  De acordo com um estudo feito pela Infojobs, empresa de tecnologia para recrutamento, o setor de vendas e comercial possui uma alta demanda por profissionais qualificados. Mas quais as possibilidades de atuação na área?  Continue a leitura e descubra neste conteúdo! A importância da área comercial para as empresas  De forma simplificada, a área comercial é responsável pelo processo de relacionamento com os clientes da prospecção até o pós-venda. As atividades do setor são de suma importância, pois possibilitam a expansão dos negócios da empresa e o fortalecimento do relacionamento com os clientes.  Mas para que esse processo ocorra de forma assertiva, é necessário que diversos profissionais em todas as etapas do processo de compra. Dentre as principais atividades da rotina do setor, podemos destacar:  Atendimento e prospecção de clientes  Diagnóstico de necessidades dos clientes  Definição de indicadores estratégicos de desempenho para o setor  Gerenciamento das métricas de vendas  Desenvolvimento de plano de ação de vendas  Diferentes modelos de vendas na área comercial  Com uma grande variedade de empresas que atuam no mesmo segmento e a diversidade de canais de comunicação para captar e se relacionar com os clientes, a área comercial, e consequentemente, o modelo e as estratégias de vendas mudaram.  Quando pensamos na atuação e nas principais atividades dos profissionais da área, é importante conhecer os dois modelos de negócios mais comuns no mercado. São eles o B2B e o B2C. Descubra o que ambos termos significam a seguir:  No modelo B2B, abreviação para “business to business”, que em português significa “empresa para empresa”, as empresas comercializam seus produtos ou serviços para outras organizações.  Empresas de software, indústrias que produzem peças para outras empresas, agências de marketing e empresas de medicina do trabalho são alguns exemplos.    Já o modelo B2C, abreviação de  “business to consumer”, que em português significa “empresa para o cliente”, é utilizado por empresas que vendem seus produtos ou serviços para o consumidor final, ou seja, pessoas físicas.  Como exemplo, podemos citar supermercados, lojas de departamentos, farmácias e lojas de departamento.   Atualmente, o modelo tradicional de vendas, que focava apenas em persuadir o cliente à compra, perdeu espaço para um modelo mais consultivo, chamado de Vendas 3.0. A mudança impactou, principalmente, empresas que vendem para outras empresas. Porém, percebemos cada vez mais que, independentemente do perfil do consumidor, o atendimento personalizado com foco nas necessidades do cliente geram resultados positivos em empreendimentos variados.  Por meio das vendas consultivas, os vendedores atuam como consultores e identificam as necessidades do potencial cliente antes de oferecer os produtos. Dentre as principais vantagens da abordagem, oferecer um atendimento personalizado e soluções com base em um diagnóstico prévio do cliente eleva o número de consumidores satisfeitos e reduz os cancelamentos.  Conheça 6 possibilidades de atuação na área comercial  Se antes, os times da área comercial eram compostos apenas por vendedores e gestores, atualmente observamos equipes multidisciplinares que se dedicam a diferentes etapas do processo de vendas.  Assistente comercial, analista de pré-vendas, consultor de vendas, analista comercial, closer de vendas e analista de sucesso do cliente são algumas das possibilidades de atuação disponíveis no mercado de trabalho. Confira as atribuições destes profissionais:  Assistente comercial  O assistente comercial é responsável por fornecer apoio ao setor e prestar assistência em várias etapas da venda.  Acompanhamento de pedidos, contato com os clientes, desenvolvimento de propostas comerciais, apoio logístico, reposição de estoque e gestão de cadastros dos clientes no sistema são algumas das atividades que fazem parte do dia a dia dos assistentes.  De acordo com o portal de empregos Vagas.com, o salário desses profissionais é de em média R$ 1.969,00. Analista de pré-vendas  O analista de pré-vendas, também conhecido como Sales Development Representative (SDR), é o profissional responsável por selecionar os potenciais clientes antes de indicá-los aos vendedores. Para isso, ele realiza uma sondagem e seleciona clientes que possuem perfil ideal para o produto ou serviço oferecido pela empresa.  As principais atividades da rotina de trabalho desses profissionais são:  Analisar as listas de potenciais clientes geradas pelo time de marketing Realizar o primeiro contato e identificar as necessidades do possível consumidor  Coletar as informações necessárias para que a prospecção ocorra  Desenvolver o relacionamento inicial da empresa com o futuro cliente  Repassar as melhores oportunidades para os consultores de vendas  Segundo uma pesquisa realizada pelo LinkedIn, o SDR foi o 5° profissional mais procurado pelas empresas em 2022. De acordo com o portal de empregos Vagas.com, a média salarial para profissionais de pré-vendas é de R$ 3.651,00. Analista comercial  O analista comercial é responsável por analisar estrategicamente os concorrentes da empresa, elaborar projeções de vendas, desenvolver orçamentos e prestar suporte à equipe de vendas esclarecendo dúvidas sobre os produtos ou serviços.  Além disso, é ele quem acompanha métricas para verificar os resultados da área comercial, identifica oportunidades de melhorias no processo de vendas e auxilia superiores com as tomadas de decisões.  Segundo o portal de empregos Vagas.com, o salário de um analista comercial pode variar entre R$ 2.446,00 a R$ 4.245,00. Analista de sucesso do cliente  O analista de sucesso do cliente é responsável pelo atendimento ao cliente após a compra, garantindo uma boa experiência na utilização do produto ou serviço.  Em sua rotina de trabalho, esse profissional entra em contato com o cliente após a compra e se coloca à disposição no processo de integração com o produto ou serviço adquirido, entende as necessidades do cliente e acompanha cancelamentos de contratos visando apresentar soluções para resolver os problemas. Além disso, esse profissional acompanha métricas e indica pontos de melhorias para o time. De acordo com o portal de empregos Vagas.com, a média salarial para analistas de sucesso do cliente é de R$ 2.485,00.  +++Quer se especializar na área? Confira: curso gratuito de Sucesso do Cliente Closer O closer ou closer de vendas é um vendedor especializado em fechar negociações.  Com uma vasta experiência na área comercial, é ele quem recebe os possíveis clientes do analista de pré-vendas junto de um mapeamento de suas necessidades e fecha o negócio. Normalmente, profissionais que trabalham nessa função possuem outras experiências na área e conhecem a fundo os processos do setor.  Segundo a pesquisa realizada pela plataforma de prospecção Meetime, a média salarial desses profissionais é de R$ 4.300,00.  Consultor de Vendas  Por fim, as atribuições de um consultor de vendas podem variar bastante, pois em alguns casos o termo é utilizado como outro nome para o cargo de vendedor. Entretanto, o consultor de vendas também é conhecido como um profissional externo, com vasta experiência na área, que presta consultorias visando reestruturar a área comercial das empresas.  Normalmente, ele é contratado por um período temporário e analisa diversos aspectos do setor como os processos, o funil de vendas, as ferramentas utilizadas,  além de implementar novas técnicas, capacitar vendedores e ajudá-los a melhorar os resultados.  O escopo do seu trabalho varia de acordo com o tamanho, setor e maturidade comercial da empresa, o que consequentemente impacta no valor final da consultoria.  5 dicas de cursos para atuar na área comercial Como podemos observar ao longo do texto, existem muitas oportunidades para quem deseja desenvolver uma carreira longa na área comercial. Entretanto, um dos principais fatores para evoluir na profissão é a qualificação profissional. Pensando nisso, listamos quatro cursos essenciais na área:  Vendas de Alta Performance O curso rápido EaD de Vendas de Alta Performance, aborda as principais técnicas e estratégias de atendimento, negociação, venda e pós-venda que os profissionais da área comercial devem dominar.  Ao longo do curso, você irá descobrir a importância do marketing para alcançar melhores resultados, técnicas de negociação assertivas e estratégias de pós-venda para fidelizar seus clientes.  Ferramentas Digitais de Gestão Com o curso rápido EaD de Ferramentas Digitais de Gestão, você vai desenvolver um mindset digital para uma melhor gestão dos processos organizacionais e descobrir novas ferramentas digitais que irão otimizar a sua rotina de trabalho. Além disso, o curso aborda ferramentas de acompanhamento e monitoramento como o Google Analytics, Google Data Studio, Power BI, Miro e Método Canvas. Interpretando Indicadores de Gestão Neste curso rápido EaD, você vai aprender como interpretar diferentes indicadores de gestão, quais ferramentas financeiras e produtivas utilizar e qual a influência dos indicadores de produtividade na tomada de decisão para avaliar a situação financeira e produtiva do negócio. Gestão do Tempo e Produtividade O curso rápido EaD de Gestão do Tempo e Produtividade, é indispensável para qualquer profissional. Neste curso, você vai aprender atitudes, habilidades e ferramentas relacionadas ao gerenciamento de tempo e produtividade para aplicar na sua profissão ou no seu negócio, equilibrando a vida pessoal e profissional. Trilha Gestão e Vendas Descomplicadas Por fim, na trilha de cursos EaD Gestão e Vendas Descomplicadas, você vai se especializar em ambas as áreas citadas. A qualificação é composta por quatro cursos que abordam conceitos como atendimento ao cliente, técnicas de negociação, técnicas de vendas, pós-venda, metodologias para gestão de equipes, ferramentas digitais de gestão e acompanhamento de indicadores. Algumas profissões na área comercial não exigem graduação, porém manter-se atualizado e investir em cursos extras são pré-requisitos obrigatórios. No SENAI, você encontra cursos rápidos de aperfeiçoamento profissional para desenvolver as habilidades essenciais em diversas áreas, além de aprender com quem entende do assunto.  Gostou deste conteúdo? Acompanhe temas relacionados acessando o nosso blog semanalmente. 

Conheça áreas de Pós-graduação em TI que podem alavancar sua carreira
Pós-graduação

Conheça áreas de Pós-graduação em TI que podem alavancar sua carreira

20/04/2023 • 4 min de leitura

O mercado de Tecnologia da Informação está em constante expansão. As fronteiras entre tecnologia e realidade estão sendo ampliadas, o que aumenta a demanda por profissionais qualificados e empenhados em entrarem de cabeça em novas soluções para as demandas da sociedade. Dentro de algumas oportunidades, a pós-graduação em TI pode ser uma porta de entrada rápida para novos profissionais nesta área. Se você se graduou recentemente na área de TI e ainda não sabe para onde ir, temos uma notícia boa: o mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) deve crescer 5% no Brasil em 2023, comparando com o ano anterior. Isso significa uma expansão no mercado de US$ 80 bilhões, de acordo com a Consultoria IDC Brasil*.  Mas para que lado vai ser direcionada toda essa expansão? Uma pós-graduação em TI pode ajudar a sua carreira a decolar? Continue a leitura e fique por dentro das últimas tendências do mercado de Tecnologia da Informação, um dos que mais cresce no mundo! Leia também ++ O que é pós-graduação? Saiba tudo sobre a qualificação Para onde o mercado de Tecnologia da Informação está crescendo? O mercado de Tecnologia da Informação se expande em diversos segmentos, já que o consumo humano por estas soluções vem aumentando na última década.  Em primeiro lugar, tecnologias de organização e disseminação de informações ganham cada vez mais destaque. Um dos exemplos é um aplicativo lançado pelo Google para rastrear a origem da madeira e se ela foi extraída ilegalmente da Amazônia. Em seguida, outra área em pleno crescimento são as tecnologias relacionadas à saúde, como o desenvolvimento de novas vacinas. A Inteligência Artificial auxilia os pesquisadores a encontrarem o perfil ideal de pessoas para participarem dos estudos e testes durante o processo de desenvolvimento dos novos fármacos. Quais são as áreas de TI que mais se destacam no mercado? Após se formar na Graduação em Tecnologia da Informação, o profissional generalista possui à disposição uma vasta lista de oportunidades em que pode se especializar com uma pós-graduação.  Por exemplo, os graduados em Análise e Desenvolvimento de Sistemas podem optar por seguir áreas como: negócios e relacionamento com clientes, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços ou até mesmo docência. E uma pós-graduação em TI pode acelerar este processo! Abaixo separamos algumas áreas que estão em crescimento e que merecem sua atenção: Ciência de Dados e Inteligência Artificial A área de Inteligência de Dados é uma das queridinhas da Tecnologia da Informação. Mas ela não está presente somente em dispositivos de automação e robótica.  Atualmente ela ocupa lugares importantes nas áreas de pesquisa científica, assistentes virtuais, além, é claro, dos mecanismos que leem e interpretam informações disponíveis na internet, como o ChatGPT, para ilustrar. Confira as principais áreas de atuação da inteligência artificial: Relacionamento com clientes (Chatbots) Pesquisa científica (como o desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas) Automação e Robótica Estatística e Business Intelligence Soluções em Big Data Deep Learning O profissional que atuar na área de Ciência de Dados e AI formulará insights para transformar grandes volumes de dados em conhecimentos que agregam valor para a tomada de decisão das empresas. Leia também ++ Ciência de Dados e Inteligência Artificial: conheça as vantagens User eXperience Design O UX Design tem função primordial no mercado de Tecnologia da Informação, já que é este profissional o responsável por aliar conhecimentos de Design e Usabilidade de novos produtos. O aplicativo de seu banco, por exemplo. Por trás dele há uma equipe de profissionais qualificados nesta área responsáveis por desenvolver e melhorar a usabilidade do aplicativo.  Para isso, é imprescindível o profissional dominar detalhes sobre a persona, o mercado, e como ela utiliza o sistema do banco. Quanto mais intuitivo for o sistema, aumenta a satisfação do cliente e seu relacionamento com a  marca, por exemplo. Confira algumas áreas em que você pode trabalhar após concluir sua pós-graduação em User eXperience Design EaD do UniSENAI: Desenvolvimento de aplicativos Arquitetura da Informação UX Research (Coleta de informações sobre necessidades do usuário) Criação de Games Engenharia de Software Os profissionais que trabalham na área de Engenharia Ágil de Software atuam com o desenvolvimento de projetos ágeis e liderança de equipes, atuando tanto na área técnica quanto no eixo de gestão.  Na pós-graduação em TI na área de Engenharia Ágil de Software do UniSENAI você irá desenvolver habilidades nas áreas de: Gestão ágil de projetos de software, Design Thinking, Arquitetura de Software, DevOps, dentre outros conhecimentos. Leia também ++ EaD ou semipresencial: qual modalidade escolher? E quais as habilidades comportamentais que um profissional de TI precisa ter? Sabemos que atualmente o mercado de trabalho requer que o profissional invista nas soft-skills, que são aquelas habilidades comportamentais necessárias para o bom convívio entre as pessoas e evolução das tarefas, principalmente aquelas que são compartilhadas em um grupo.  Em outras palavras, saber ouvir, dar e receber feedbacks e se comunicar de forma não violenta são algumas habilidades necessárias às profissões atuais. Dentro do mercado de Tecnologia da Informação, você precisa dominar algumas, em específico: Atração pelo estudo e novos conhecimentos Habilidade em trabalhar em equipe Boa comunicação Visão de negócio e mercado aprimoradas Pós-graduação em TI no UniSENAI Em síntese, agora que você já está por dentro das áreas de Pós-graduação em TI que mais crescem no Brasil, que tal conhecer as oportunidades EaD do UniSENAI e começar logo a transformação da sua carreira? Antes de mais nada, os programas de especialização UniSENAI são desenvolvidos de acordo com as necessidades das empresas de Tecnologia e promovem importante networking entre os participantes. Isso facilita o processo de evolução profissional e aumenta as chances de recolocação no mercado de trabalho. Além disso, o formato EaD permite que você adeque os momentos de estudo à rotina profissional. E em apenas 12 meses o aluno está com o certificado de Especialista em mãos e pode concorrer a novas oportunidades. Clique aqui e conheça as oportunidades! *Dados divulgados pelo Portal Estadão. 

O que é metodologia STEAM e por que você precisa conhecer
Educação Básica

O que é metodologia STEAM e por que você precisa conhecer

14/04/2023 • 5 min de leitura

A educação está em constante evolução e transformação. Os modelos convencionais de ensino evoluíram para modelos tecnológicos e inovadores, acompanhando as mudanças e novas necessidades da sociedade. Nesse sentido, a metodologia STEAM surge para potencializar a aprendizagem.  Até pouco tempo, era comum o professor ser o protagonista do ensino, enquanto o aluno absorvia o conhecimento de forma passiva. Hoje, a tecnologia é uma ferramenta pedagógica, os professores são os mediadores do conhecimento e os alunos são os verdadeiros protagonistas da aprendizagem.  A metodologia STEAM propõe essa inversão de papéis, desenvolvendo a autonomia e o senso crítico dos estudantes. Vamos descobrir como?  O que caracteriza a metodologia STEAM? O termo STEAM surgiu nos Estados Unidos na década de 90 e nada mais é do que a abreviação de Science, Technology, Engineering, Arts, Mathematics, ou seja, é uma metodologia que tem como objetivo fomentar a integração das áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. Mas isso não quer dizer que disciplinas como Biologia, História ou Língua Portuguesa não sejam abordadas. O que acontece, é que essas outras cinco áreas possuem um aprofundamento maior, porém, o aluno entra em contato com todas as disciplinas obrigatórias para cada etapa de ensino. Partindo do viés de integração, o STEAM é baseado no desenvolvimento de projetos e na resolução de problemas, ou seja, o aluno coloca a mão na massa e propõe soluções integrando diversas áreas do conhecimento.    Por meio da interdisciplinaridade, há grandes benefícios para a resolução de problemas. Isso porque o desenvolvimento do aluno é voltado para múltiplas habilidades, não somente para o mercado de trabalho ou para o exercício da cidadania, mas para o desenvolvimento integral, de competências socioemocionais e tudo que possa propiciar maior compreensão das atividades cotidianas. Leia também ++ EJA Profissionalizante: saiba tudo sobre a modalidade Proposta da metodologia STEAM A metodologia STEAM tem como proposta uma aprendizagem ativa, participativa e que desperte o interesse dos estudantes para as cinco áreas do conhecimento desenvolvidas. Por se tratar de uma educação inovadora, ela almeja ampliar as habilidades dos estudantes, para que desenvolvam competências que permitam a resolução de questionamentos e adversidades do dia a dia de maneira criativa. Por fim, trabalha-se de forma interdisciplinar, ou seja, os desafios propostos em sala de aula abordam conteúdos de áreas distintas do conhecimento, para que seja possível desenvolver o pensamento crítico e também preparar o estudante para um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico e desafiador. Por exemplo, na disciplina de Projetos Livres da Escola SESI, que tem como abordagem a metodologia STEAM, os alunos são desafiados a solucionar problemas da vida real que eles se deparam no cotidiano. Para isso, eles desenvolvem projetos que envolvem diferentes áreas, como Matemática, Artes, Linguagens e Geografia.  Em resumo, tornar os alunos críticos e questionadores para que busquem por meio da inovação transformar os ambientes onde vivem, é um dos principais desafios e propósitos da educação baseada na metodologia STEAM. O STEAM na prática A proposta do STEAM é hands-on, ou seja, colocar a mão na massa! Uma das formas de estabelecer isso é fazer com que os estudantes mergulhem nas metodologias ativas, assim, eles se tornam os próprios produtores de conhecimento. As metodologias ativas são um processo amplo e envolvem diferentes práticas em sala de aula, visando desenvolver a autonomia e o protagonismo do estudante em sua trajetória educativa. Nesse contexto, os alunos passam a ter um papel ativo no processo de ensino-aprendizagem, enquanto os professores atuam como mentores constantes e atentos aos caminhos que os estudantes escolhem trilhar. Assim, ocorre maior absorção e ressignificação de conteúdos de maneira autônoma e participativa, na qual o aluno é protagonista de seu fazer discente, seja na ampliação ou na produção de saberes. Além disso, a metodologia STEAM compreende que a produção do conhecimento requer não somente a leitura, a escrita e a escuta, mas também se faz por meio de discussões, da prática e do ensino/aplicação dos saberes. Tudo isso, realizado por meio de sala de aula invertida, ensino híbrido, ensino pautado em projetos, resolução de problemas, estudo de caso, gamificação e outras. Como são as aulas com a metodologia STEAM? A educação STEAM é o rompimento do ensino tradicional, aquele pautado em aulas puramente expositivas, tendo no professor a figura de detentor do saber. Em contrapartida a isso, o STEAM leva para a sala de aula situações-problema relacionadas ao dia a dia do estudante, a fim de proporcionar ao educando maior consciência, autonomia, senso crítico e protagonismo. Essa proposta permite que a teoria seja melhor compreendida, pois faz com que o aluno identifique a aplicabilidade do que está estudando, além de estimular a sua criatividade. Uma forma de ensino alinhada diretamente com a metodologia STEAM é a cultura maker, também conhecida como “faça você mesmo”, em que o estudante não espera apenas receber conhecimentos prontos vindos do professor, ele desenvolve autonomia para buscar a informação. O desenvolvimento do protagonismo traz consigo outras habilidades, como o pensamento lógico e científico, a criatividade, a curiosidade e o trabalho coletivo. Como em uma peça de teatro em que o protagonista tem o papel de maior destaque, no STEAM os alunos são mais conscientes, pois sabem de seu papel agentivo, que visa não somente estar na sociedade, mas compô-la, mobilizando impactos positivos, empreendendo e provocando mudanças na sociedade, a fim de construir um futuro mais harmônico e sustentável. O conjunto disso tudo, faz com que o estudante amplie sua visão em relação ao meio em que está inserido e o torne um cidadão participativo e preocupado com a coletividade, bem como, preparado para os desafios do futuro e da vida. Leia também ++ Ensino Médio Integrado da Escola SESI forma as primeiras turmas no novo modelo de educação Como o STEAM prepara o estudante para o futuro? Os alunos da atualidade são conhecidos como nativos digitais, pois já nasceram inseridos no meio tecnológico, com acesso à internet, telefonia móvel e digital. Diante disso, as escolas têm o desafio de aliar esse acesso de forma fácil com o ensino de forma efetiva. Os estudantes têm muitas ferramentas tecnológicas disponíveis para acessar e a função da escola é conduzir o uso para a produção e busca de conhecimento de forma assertiva. Como um dos vieses da metodologia STEAM é a tecnologia, isso permite que o estudante se mantenha conectado e utilize as ferramentas disponíveis de forma consciente para o desenvolvimento e ampliação dos conhecimentos. Com o avanço da tecnologia também em relação ao mercado de trabalho, é possível perceber a redução do trabalho braçal e repetitivo pela substituição da automação. Nesse contexto, o estudante que estiver preparado para essas profissões e com anseio de inserir-se naquelas que ainda nem existem terá mais chances de êxito. Conectada com o futuro e com as mudanças do mundo, a Escola SESI possui uma metodologia própria e singular, com abordagens como o STEAM e o Maker como estratégia para desenvolver um ensino de qualidade e voltado para as demandas do futuro. Acompanhe as redes sociais e conheça um novo jeito de ensinar e aprender. Coautores Francieli Delazeri  – Licenciada e Bacharel em Ciências Biológicas, Mestre em Ciências Ambientais, Professora de Biologia e Biohackeria. Juliete Ilha Partichelli – Licencianda em Letras português e espanhol, Mestre em Estudos Linguísticos, Professora de Língua Portuguesa, Mídias digitais, Design Thinking e Empreendedorismo.

O que é preciso para ser Jovem Aprendiz? Descubra tudo sobre a modalidade de Aprendizagem Industrial
Aprendizagem Industrial

O que é preciso para ser Jovem Aprendiz? Descubra tudo sobre a modalidade de Aprendizagem Industrial

06/04/2023 • 3 min de leitura

  Em 24 de abril é comemorado o Dia Internacional do Jovem Aprendiz. A data busca mostrar a importância da educação profissionalizante e incentivar adolescentes a ingressar no mercado de trabalho.  Iniciar a vida profissional nem sempre é fácil. Construir currículo mesmo sem experiência. Participar de entrevistas. Enfim, são muitos os desafios. É por isso que a Aprendizagem é uma ótima oportunidade e porta de entrada para os jovens que desejam iniciar sua vida profissional.  Mas afinal, o que é preciso para ser um jovem aprendiz? Neste conteúdo, você confere todos os pré-requisitos para ingressar em um programa de aprendizagem e descobre porque o SENAI é referência no assunto.  O que é Jovem Aprendiz?  O modelo da aprendizagem é um regime especial de trabalho CLT que une teoria e prática. Orientado pela Lei do Aprendiz (Lei nº 10.097/2000), o jovem ocupa um posto no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, recebe educação profissionalizante de determinada instituição de ensino.  Vale lembrar que empresas de médio e grande porte, de qualquer natureza, são obrigadas a contratar jovens aprendizes. Micro e pequenas empresas não possuem essa obrigação e podem contratar de forma opcional.  Leia também ++ Técnico ou tecnólogo: qual curso escolher? O que é preciso para ser jovem aprendiz?  Conforme consta na legislação, os pré-requisitos para se tornar jovem aprendiz incluem: Ter entre 14 e 24 anos e estar regularmente matriculado (a partir do 9º ano do Ensino Fundamental. Quem está cursando EJA ou já concluiu o Ensino Médio também pode participar); No caso de Pessoas com Deficiência (PcD), não há limite de idade ou exigência de escolaridade. Aqui, leva-se em conta os atributos necessários para a realização da atividade/profissão.  Ter sido aprovado em processos seletivos realizados pelas empresas. Além da idade, a lei também estabelece um limite na carga horária de trabalho. Os adolescentes que ainda não finalizaram o Ensino Fundamental podem exercer atividades de no máximo 6 horas diárias, incluindo os períodos na empresa e em sala de aula. Já quem está no Ensino Médio ou finalizou os estudos, a carga horária é de até 8 horas diárias.  Quanto ganha um Jovem Aprendiz?  Com um vínculo CLT, o estudante tem direito a salário. O valor da remuneração é calculado de acordo com o piso da categoria profissional na qual o contrato foi estabelecido. Além disso, alguns fatores também podem influenciar na variação salarial, tais como o setor em que atua, o estado e os acordos coletivos de trabalho. Apesar disso, os números variam entre R$ 850 e R$ 1200, conforme informações do site Glassdoor.  Leia também ++ Cursos técnicos com os melhores salários: conheça 10 formações que estão em alta Benefícios de ser Jovem Aprendiz Agora que você já sabe o que é preciso para ser jovem aprendiz, vamos entender os benefícios destes programas. Como dito acima, ingressar no mercado de trabalho nem sempre é fácil. É por isso que a Aprendizagem é a oportunidade perfeita para ter uma experiência real e prática do mundo profissional. É o momento perfeito para desenvolver novas habilidades técnicas e socioemocionais, que sempre são levadas em consideração pelas empresas na hora de contratar. Além disso, como o programa une prática e teoria, você começa a aprender uma profissão e pode terminar seu contrato com altas chances de ser efetivado na empresa e ter uma carreira de sucesso. Isso sem contar que ter uma experiência como Jovem Aprendiz agrega ao seu currículo e é super valorizado pelas empresas. E aí, bora aproveitar essa oportunidade? Então vem entender como funciona o programa do SENAI e por que ele é referência.  O que é a Aprendizagem Industrial do SENAI? Várias instituições oferecem programas de Aprendizagem. No SENAI, o direcionamento é focado na atuação do jovem dentro da indústria. Os cursos ofertados pela instituição são gratuitos e transmitem conhecimentos teóricos e práticos. Além do ensino técnico, o aluno também aprende conceitos de inovação e empreendedorismo e tem a oportunidade de desenvolver competências socioemocionais.  Por que ser um jovem aprendiz no SENAI? Já deu para entender o que é preciso para ser um jovem aprendiz e quais são os benefícios desta experiência profissional. Agora é o momento de escolher a instituição de ensino em que você vai fazer o curso. É preciso buscar por uma entidade que esteja preocupada com o ensino de qualidade e ofereça infraestrutura adequada.  O SENAI investe, constantemente, em equipamentos modernos e qualificados para acompanhar as evoluções tecnológicas e os desafios da indústria. É por isso que a instituição é Top of Mind em Educação Profissionalizante em Santa Catarina. Isso significa que quando as pessoas pensam em educação profissional, pensam no SENAI.  E o mesmo vale para as empresas, que preferem contratar quem se formou aqui. É por isso que 8 a cada 10 alunos formados pela Aprendizagem Industrial do SENAI estão empregados. Sem contar que somos o maior complexo de educação profissional da América Latina e um dos 5 maiores do mundo. Como funciona o processo seletivo no SENAI?  Em Santa Catarina, o processo seletivo para Jovem Aprendiz é feito diretamente pelas indústrias de cada região.  Se você se interessou pelos nossos cursos e deseja fazer Aprendizagem Industrial, pode procurar as indústrias ou a unidade SENAI mais próxima para saber mais sobre as empresas que estão contratando.  Você também pode aumentar suas chances de contratação ao ingressar no nosso banco de talentos. Para isso, basta se inscrever no formulário clicando aqui. 

O que faz um designer gráfico? Descubra tudo sobre a profissão
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O que faz um designer gráfico? Descubra tudo sobre a profissão

31/03/2023 • 3 min de leitura

  Diversas profissões tiveram um crescimento acentuado nos últimos anos. Com o design gráfico não foi diferente. Com a evolução do mundo digital, as possibilidades de atuação do designer gráfico aumentaram bastante.  Pesquisas sobre tendências de mercado apontam que a profissão ainda é considerada promissora para os próximos anos. Por conta das diversas possibilidades de atuação na área, muitas pessoas ainda não têm certeza sobre o que faz esse profissional, onde pode atuar e quais os cursos mais indicados para se tornar um bom designer gráfico. É importante ter conhecimento sobre esses pontos antes de escolher uma profissão. Por isso, continue lendo o conteúdo e tire todas as suas dúvidas sobre a profissão de designer gráfico. O que é design gráfico e o que faz um designer gráfico? O design gráfico está presente em praticamente tudo ao nosso redor: embalagens, capas de livros, panfletos, logotipos, sites, etc. Os desenhos, o estudo e escolha das cores e fontes, a composição entre textos e elementos gráficos, tudo isso é trabalho do profissional conhecido como designer gráfico. Ou seja, ele cria uma identidade visual unindo criatividade, arte e tecnologia para comunicar uma ideia, conceito ou produto. Resumindo, as principais funções que o profissional de design gráfico pode desempenhar, são: Criação de logotipos, outdoors, banners, cartões de visita, panfletos, embalagens e peças gráficas em geral de marcas, produtos ou serviços Produção e criação de animações para o meio digital Criação visual de sites, blogs, banners, panfletos digitais e peças publicitárias digitais em geral Diagramação de jornais, revistas, infográficos, livros, etc. Criação de identidades visuais e campanhas em geral Leia também ++ Cursos técnicos com os melhores salários: conheça 10 formações que estão em alta Mercado de trabalho para design gráfico Por ser uma profissão essencial para a comunicação, marketing e publicidade, o mercado de trabalho para o designer gráfico está bastante aquecido e bons profissionais têm sido procurados principalmente por: Agências de Publicidade Departamentos de marketing de empresas Estúdios de design Empresas de comunicação Emissoras de TV e produtoras de vídeo Editoras Gráficas Designer gráfico precisa saber desenhar? Muitas pessoas questionam se o profissional de design gráfico precisa saber desenhar. E não há uma única resposta porque, como já falamos, as áreas de atuação são muitas. Saber desenhar pode ser uma vantagem, mas é importante lembrar que o desenho é apenas parte de um projeto de design gráfico e não o trabalho em si. Perfil do profissional Algumas características são mais exigidas pelo mercado de trabalho até do que a habilidade de desenho. Confira algumas: Domínio das ferramentas tecnológicas necessárias Atenção a detalhes Bom senso estético Organização Capacidade de direcionar e gerenciar projetos de comunicação visual Domínio da língua portuguesa Trabalho em equipe Leia também ++ Dicas de como ser promovido no trabalho em 2023 Quais as principais ferramentas da área? Algumas ferramentas são diariamente utilizadas pelos profissionais da área de design. Entre elas estão: Adobe Illustrator CorelDraw Adobe Photoshop Adobe InDesign Adobe After Effects Sketch WhatTheFont Quanto ganha um designer gráfico? Como citamos, atualmente, muitos profissionais trabalham em agências de publicidade, departamentos de marketing e empresas de comunicação. Mas há também uma grande quantidade de designers que são autônomos, ou seja, profissionais liberais que prestam serviços para empresas por tempo determinado, conhecidos também como freelancers. Segundo o site glassdoor, um designer gráfico no Brasil ganha, em média, R$ 2.227/mês.  Em geral, os salários variam de R$2 mil até R$9 mil, dependendo do tempo de experiência, Como se tornar um designer gráfico? Apesar de o diploma de graduação não ser pré-requisito obrigatório para ingressar na área, o que torna o mercado ainda mais competitivo, ele não deixa de ser um diferencial. Para se tornar bacharel em design gráfico, você deve buscar uma graduação em design gráfico e ela dura 4 anos. Há também os cursos tecnólogos, que duram em média 2 anos e meio e também são considerados cursos superiores. Além dessa formação inicial, é importante se manter atualizado. Até porque as metodologias e ferramentas estão sempre evoluindo e é importante que o profissional acompanhe e se capacite para se destacar no mercado de trabalho. Leia também ++ 7 dicas para ingressar no mercado de trabalho e progredir na carreira Instituições como o SENAI, que estão sempre acompanhando a evolução do mercado de trabalho e capacitando e auxiliando na inserção desses profissionais nas áreas desejadas, possuem cursos rápidos de aperfeiçoamento profissional para o desenvolvimento de habilidades específicas do profissional de design gráfico. Conheça alguns: Marketing Digital e Design Gráfico (Verifique a disponibilidade do curso na sua cidade.) Design Gráfico com Corel Draw Verifique a disponibilidade do curso na sua cidade Gostou? Fique por dentro das áreas mais promissoras do mercado de trabalho acessando o nosso blog semanalmente.    

6 dicas para você se tornar Desenvolvedor Júnior em 2023
Cursos Rápidos

6 dicas para você se tornar Desenvolvedor Júnior em 2023

24/03/2023 • 5 min de leitura

  Não é novidade para ninguém: o setor de tecnologia cresceu substancialmente nos últimos anos.  Uma das poucas áreas em que sobram vagas e faltam profissionais, a área de Tecnologia da Informação ainda deve gerar mais de 400 mil novos empregos até 2024, segundo o Relatório Setorial de TIC 2019, da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Esse crescimento foi ainda mais impulsionado durante a pandemia do coronavírus. Isso porque lojas que antes vendiam apenas de forma presencial, tiveram que se adaptar às novas formas de consumo, criando lojas virtuais, os chamados e-commerces. Instituições de ensino que ainda não possuíam a modalidade de ensino à distância, também tiveram que se adequar. E não para por aí. Essa rápida evolução tecnológica que modifica os hábitos tradicionais, também chamada de transformação digital, afetou os mais diversos setores, que, de uma forma ou de outra, tiveram que evoluir as suas tecnologias a fim de atingirem seus públicos – que, durante muito tempo, estiveram em isolamento social. Mesmo que aos poucos, o mundo vá voltando a sua normalidade e as pessoas voltem a sair de suas casas, esses novos hábitos de consumo não regressarão. Isso porque, a facilidade e a economia que o mundo digital traz para os clientes, usuários e para as próprias empresas, é fascinante. Leia também ++ 7 dicas para ingressar no mercado de trabalho e progredir na carreira Quem faz parte dessa inovação Para que seja possível criar novos softwares, sites ou apps ou até mesmo melhorar os já existentes para que funcionem da forma esperada, é necessário o conhecimento de diversos profissionais, em especial o chamado de desenvolvedor. Esse profissional é o responsável por participar da concepção do projeto, fazer testes constantes e desenvolver ou otimizar novas funcionalidades. Ou seja, o desenvolvedor é parte do pilar fundamental para o avanço e desenvolvimento de novas tecnologias. Um bom exemplo disso, é a inteligência artificial. Sem os profissionais desenvolvedores, essa tecnologia não existiria. Eles são os responsáveis por pensar, planejar, conceber, testar e melhorar constantemente esse tipo de tecnologia. Afinal, o que faz um desenvolvedor? Conforme já dito, o desenvolvedor é o profissional responsável por criar e melhorar sites, softwares e aplicativos por meio de uma linguagem própria, chamada de linguagem de programação. Dando instruções específicas para o computador por meio dessa linguagem, o desenvolvedor elabora e implementa desde a parte visível do site ou sistema, por exemplo, – aquela em que o usuário interage, chamada de front-end – quanto a parte que não é visível – os códigos do servidor -, conhecida como back-end. O desenvolvedor que trabalha com essas duas vertentes, tanto o front-end quanto o back-end, é conhecido como desenvolvedor full stack. Hoje, existe também o desenvolvedor mobile, responsável por conceber, elaborar e implementar aplicativos de celular. Leia também ++ Descubra os cursos técnicos mais procurados em 2022 Mercado de trabalho para desenvolvedores Diferente do que se vê nas mais diversas áreas do mercado de trabalho, o setor de tecnologia tem muitas vagas abertas e bastante dificuldade de contratar profissionais, principalmente desenvolvedores juniores. Ou seja, por incrível que pareça, a demanda é muito mais alta do que a quantidade de profissionais capacitados anualmente para os cargos. Isso quer dizer que é uma das profissões mais promissoras para os próximos anos. Um estudo feito pela GeenHunter, uma plataforma de recrutamento para desenvolvedores, indicou que a faixa salarial para esses profissionais (juniores, plenos e seniores) em 2021 é de 4  – 14 mil reais. Uma das melhores na área de Tecnologia da Informação. Outra característica bastante relevante sobre a profissão é a possibilidade de trabalhar remotamente de qualquer lugar do mundo e fazer o seu próprio horário. Sim! Na área de tecnologia, essa já é uma realidade. O profissional trabalha com entregas e prazos e, portanto, pode escolher qual o melhor horário e lugar para trabalhar, desde que entregue o que foi acordado no dia em que foi acordado. Outra particularidade é que não é necessário um curso de graduação. No Brasil, existem cursos menos extensos que formam desenvolvedores. É importante lembrar que apenas a alta demanda e a falta de profissionais não é suficiente para você ter uma carreira de sucesso e ser bem remunerado na área: é preciso ir além. Por isso, separamos algumas dicas para você ter mais facilidade em iniciar na profissão. Leia também ++ Conheça as principais características das escolas inovadoras Como se tornar um desenvolvedor júnior? Confira algumas dicas 1 – Busque conhecer o universo da programação Primeiro de tudo, você tem que estar por dentro da área de tecnologia, principalmente no setor de desenvolvimento e programação. Pesquise sobre a área, converse com outros profissionais, escute podcasts sobre o assunto… Tanto para ter certeza de que você se identifica com esse estilo de profissão, quanto para conhecer e decidir qual enfoque você pretende dar (se quer ser front-end, back-end, full stack ou mobile).  Você precisa descobrir se vai gostar mesmo de programar. É uma profissão que exige dedicação de tempo e muita concentração, por isso, fazer só pela demanda e pelo salário não é uma opção. 2 – Desenvolva o seu raciocínio lógico Das habilidades mais importantes de um desenvolvedor, o raciocínio lógico é a principal delas. Isso porque, o profissional lida diariamente com problemas e equações que precisam ser resolvidas por meio da linguagem da programação. 3 – Tenha a visão do todo Mesmo que você decida se especializar em front-end, back-end, full stack, mobile ou em uma linguagem de programação específica, ter a visão do todo é essencial. Isso fará de você um profissional versátil. Não precisa conhecer a fundo todas as vertentes, mas ter uma noção de todas elas é um excelente caminho. 4 – Mantenha-se atualizado A tecnologia está em constante desenvolvimento e evolução, e os profissionais desenvolvedores também. Por isso, não vai dar para parar no tempo. Tanto antes de iniciar quanto quando você já estiver inserido no setor, precisa sempre se manter atualizado sobre a área. Acompanhar as novas tecnologias, testá-las, buscar a troca de experiências com outros profissionais são atitudes imprescindíveis para se manter evoluindo na área de tecnologia. 5 – Busque a fluência em inglês Por se tratar de uma profissão que possibilita que você trabalhe de qualquer lugar do mundo para qualquer lugar do mundo, é desejável que você desenvolva o seu inglês. Isso porque, ganhar em dólar é muito atrativo e o trabalho remoto em empresas estrangeiras já é uma realidade para muitos desenvolvedores brasileiros. 6 – Capacite-se! Não existe uma receita para alguém se tornar um bom desenvolvedor júnior. É necessário se capacitar. Por isso, buscar um bom curso é a solução. E não precisam ser cursos longos, como já citamos anteriormente. Instituições como o SENAI, identificaram a dificuldade das empresas em contratar desenvolvedores juniores e lançaram cursos excelentes que não só formam esses profissionais mas também preparam-os para o mercado de trabalho. O DEVstart, curso do LAB365, a escola de habilidades digitais do SENAI, é uma formação mão na massa 100% online para quem quer dar o primeiro passo na carreira em TI. O DEVstart é uma formação inicial completa para quem: • Tem pouco ou nenhum conhecimento em programação • Quer experimentar a área • Deseja mudar de profissão • Prefere estudar de casa a hora que puder • Quer se preparar para o primeiro emprego • Almeja trabalhar em uma área que não para de crescer Você aprende nas aulas online, aplica o que aprendeu nos exercícios e recebe o feedback instantâneo através de inteligência artificial. O curso é assíncrono, ou seja, você faz no seu tempo e ritmo, na hora em que for melhor para você e em 3 meses estará preparado para o mercado de trabalho com o certificado de Qualificação Profissional em Desenvolvedor Front-end – React e já pode procurar sua primeira oportunidade na área. O mais legal é que os primeiros exercícios do DEVstart foram liberados gratuitamente para que o aluno possa experimentar o curso e decidir se quer continuar. Clique aqui para saber mais e se inscrever para o DEVstart.

Descubra o que faz um Cientista de Dados
Mercado de trabalho

Descubra o que faz um Cientista de Dados

17/03/2023 • 3 min de leitura

  Um Cientista de Dados, ou data scientist, é o profissional responsável por lidar com todos os dados disponíveis em uma organização. Ele coleta, organiza, interpreta e analisa esse monte de informações para auxiliar nas tomadas de decisão, resolver problemas, ter insights e apresentar informações úteis e valiosas para diversos setores da organização em que trabalha.  Auxiliar na criação de novos produtos e/ou serviços, evitar e/ou solucionar gastos e riscos financeiros para a empresa, fazer estudos sobre clientes ou prospects são bons exemplos de tarefas destinadas aos Cientistas de Dados em uma organização. Além disso, esse profissional poderá trabalhar no seu dia-a-dia com machine learning, um ramo da Inteligência Artificial (IA) que, por meio de algoritmos, tem a capacidade de identificar padrões em dados massivos e fazer previsões (análise preditiva). Leia também ++ Cursos técnicos com os melhores salários: conheça 10 formações que estão em alta Qual o perfil do profissional da Ciência de Dados? Esse profissional tem que ter, principalmente, um perfil analítico. Mas não pode deixar de ser multidisciplinar. Isso porque, o Cientista de Dados precisa ter conhecimento de negócios, matemática, estatística e programação, além de ter pleno domínio no uso de planilhas, gráficos e apresentações. Outro ponto importante é a boa comunicação, pois nessa profissão é necessário comunicar de forma assertiva a sua interpretação para diferentes segmentos de uma empresa de modo a conseguir trazer as resoluções ou ideias esperadas para a sua posição. Ciência de Dados e mercado de trabalho O Cientista de Dados é um profissional especializada cada vez mais requerido pelo mercado de trabalho. Em 2022, o LinkedIn demonstrou em uma pesquisa que a profissão apareceu entre os 25 cargos com demanda crescente no país no ano. Tendo em vista a gradual crescente na disponibilidade e armazenamento de dados pelas empresas por consequência do avanço da tecnologia, esse profissional se torna cada vez mais importante. Onde pode trabalhar um Cientista de Dados? O profissional da Ciência de Dados pode atuar em diversos setores nas organizações, sendo os principais: Marketing; Financeiro; T.I; Empresas de ciência e/ou saúde. Leia também ++ Dicas de como ser promovido no trabalho em 2023 Quanto ganha um Cientista de Dados? No Brasil, a média salarial para esse profissional especialista em 2023 é de R$8.500, segundo o site Glassdoor. Podendo variar dependendo do nível de experiência. Como se tornar um Cientista de dados? O Cientista de Dados costuma ser um profissional especializado, ou seja, para obter o título, é importante que o profissional seja graduado e ainda conclua uma pós-graduação na área de Ciência de Dados. A graduação não necessariamente precisa ser na mesma área, apesar de que, se o profissional for graduado em uma área de exatas, por exemplo, as chances de se inserir no mercado de trabalho se tornam ainda maiores. Mas mesmo um profissional graduado em algum curso da área da saúde ou de humanas, por exemplo, pode se tornar um ótimo Cientista de Dados, concluindo uma pós-graduação em Ciência de Dados. O UniSENAI, Instituição de Ensino Superior com a qualidade SENAI que você já conhece, possui programas de especialização em diferentes áreas do conhecimento, presenciais ou EAD, com formações a partir de 12 meses. Uma delas é a Pós-Graduação em Ciência de Dados e Inteligência Artificial. O curso forma o profissional em apenas 6 meses, com flexibilidade de horário e local para os estudos e 40% da carga horária do curso são aulas práticas. A Pós-Graduação em Ciência de Dados e Inteligência Artificial do UniSENAI irá desenvolver o aluno para dominar o planejamento de métodos e ferramentas de análise estatística, com foco na extração de insights e apoio à tomada de decisão nas organizações. Durante a jornada, ele será guiado por conteúdos fundamentais em ciência de dados e inteligência artificial, como programação em Python e estatística aplicada. Também serão trabalhados os alicerces de engenharia de dados, business intelligence, data analytics, data visualization, data mining, machine learning, deep learning, dentre outros conceitos fundamentais. Conheça todos os cursos de graduação e pós-graduação do UniSENAI clicando aqui.  

Conheça os cursos técnicos que mais empregam
Cursos Técnicos

Conheça os cursos técnicos que mais empregam

10/03/2023 • 4 min de leitura

  Você sabia que o Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores em ocupações industriais até 2025? O dado é do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, estudo realizado pelo Observatório Nacional da Indústria para identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.. Assim, para ajudar você a decidir o seu futuro sem medo, reunimos aqui uma lista com os cursos e áreas mais demandados e com alto potencial de empregabilidade. Confira! Áreas com maior demanda De acordo com a pesquisa realizada pelo Mapa do Trabalho Industrial, as áreas que vão precisar de mais profisionais no Brasil são:  Metalmecânica; Logística e transporte; Construção; Alimentos e bebidas; Têxtil e Vestuário; Tecnologia da Informação; Eletroeletrônica; Gestão; Automotiva. Além disso, destacam-se algumas profissões técnicas específicas, como: Técnicos de controle da produção; Técnicos de planejamento e controle de produção; Técnicos em eletrônica; Técnicos de desenvolvimento de sistemas e aplicações; Técnicos em operação e monitoração de computadores. Levando em consideração todos os dados apresentados pela pesquisa, separamos uma lista com os cursos que mais atrairão possibilidades de emprego para os alunos. 1. Técnico em Fabricação Mecânica Carga horária aproximada: 1300 horasSalário médio: R$5.606,99Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Conforme a grade curricular do curso no SENAI, o principal objetivo desta formação é capacitar os profissionais para o planejamento de sistemas de fabricação mecânica, operacionalização e coordenação de seus processos, considerando custos operacionais e especificações do projeto.  Ademais, é importante saber que a fabricação mecânica abrange um mercado com alto potencial e demanda por profissionais e, ao formar-se neste curso, você executará atividades como reparo de moldes para injeção de termoplásticos e até de conjuntos mecânicos (usinagem). 2. Técnico em Logística Carga horária aproximada: 960 horasSalário médio: R$2.369,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Empresas que produzem ou prestam serviços em grande quantidade precisam de um profissional para planejar e organizar suas questões logísticas. Por isso, ao formar-se como técnico em logística, um mundo de oportunidades se abre em diversos setores, sejam eles industriais ou não. Com este curso, você será capaz de atuar em operações logísticas, aprendendo tudo sobre procedimentos de transportes, armazenamento e distribuição nas cadeias de bens e serviços.  3. Técnico em Edificações Carga horária aproximada: 1200 horasSalário médio: R$2.609,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Se você deseja seguir carreira no setor de construção civil, este é o curso certo. Afinal, com ele, você aprende a desenvolver orçamentos, calculá-los, a fazer a manutenção de obras e a dominar os projetos de edificações. Dessa forma, com todo esse leque de habilidades ao final da formação, você também será capaz de coordenar e acompanhar as equipes durante a execução dos projetos.  4. Técnico em Alimentos Carga horária aproximada: 1200 horasSalário médio: R$1.885,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. A indústria de alimentos está sempre em expansão. Com esse curso, você pode atuar no controle de qualidade dos alimentos e nos processos produtivos da indústria, participar de pesquisas e desenvolvimento de novos produtos e embalagens, além de atuar nas atividades de ensaios laboratoriais de matérias-primas. 5. Técnico em Têxtil Carga horária aproximada: 1200 horasSalário médio: R$3.405,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. O seu futuro e a indústria têxtil jamais serão os mesmos depois desse curso. Afinal, você sai pronto para planejar, executar e controlar os processos produtivos têxteis, tanto no âmbito tático quanto no operacional. E ainda vai desenvolver o uso racional dos recursos materiais e humanos, aplicação de legislação e muito mais. 6. Técnico em Desenvolvimento de Sistemas Carga horária aproximada: 1200 horasSalário médio: R$3.113,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Atualmente, o setor de TI é um dos que mais demandam mão de obra qualificada. Assim, com esta formação, você poderá desenvolver e programar sistemas computacionais, de forma a atender normas de qualidade, usabilidade, integridade e segurança da informação.  Aliás, no SENAI, você pode fazer o curso de Desenvolvimento de Sistemas a nível técnico ou tecnólogo (graduação). Para saber qual é o mais adequado para a sua carreira, confira nossas dicas nesta matéria.  7. Técnico em Manutenção Automotiva Carga horária aproximada: 1280 horasSalário médio: R$2.437,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Neste curso, você aprende a executar diagnóstico de sistemas e componentes automotivos, além de executar a desmontagem, manutenção e montagem de sistemas de acordo com as normas técnicas de qualidade, segurança e preservação ambiental. 6. Técnico em Planejamento e Controle da Produção Carga horária aproximada: 800 horasSalário médio: R$2.325,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Formando-se no curso Técnico em Planejamento e Controle da Produção, você estará capacitado para ser um profissional responsável por executar o planejamento, programação, controle e implantação de melhorias no sistema de produção, seguindo legislação e normas da qualidade, saúde e segurança, meio ambiente e proteção de dados dentro das corporações. 7. Técnico em Eletrônica Carga horária aproximada: 1200 horasSalário médio inicial: R$2.500,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Com ele, você se capacita para atuar com projetos de equipamentos e sistemas eletrônicos, além de se habilitar para realizar a manutenção ou prestar consultorias acerca da atualização ou implantação desses equipamentos. 7. Técnico em Redes de Computadores Carga horária aproximada: 1000 horasSalário médio inicial: R$1.915,00Requisitos e idade mínima: cursar o 2º ano do Ensino Médio ou o ter concluído; 14 anos. Neste curso, você desenvolve habilidades em interpretação de projetos, instalação e configuração de estrutura de redes, equipamentos e sistemas operacionais, além de adoção de recursos de segurança e de acesso à infraestrutura de redes. Onde fazer um curso técnico para conseguir emprego Na hora de definir a sua instituição de ensino e escolher entre os cursos técnicos que mais empregam, prefira aprender na prática e com quem sabe: faça SENAI. Afinal, somos o maior complexo privado de educação profissional da América Latina, possuímos altas taxas de empregabilidade para formandos e formados e ainda contamos com cursos presenciais, semipresenciais e 100% online. Aqui, 8 em cada 10 formados nos Cursos Técnicos estão empregados, com um diploma reconhecido amplamente pela indústria, e podendo trabalhar em qualquer setor da economia. Então, que tal escolher um dos cursos técnicos da lista e mudar a sua história? Acesse nosso site e veja as melhores opções para você!

Curso EaD: saiba tudo sobre e conheça os benefícios
Cursos Rápidos

Curso EaD: saiba tudo sobre e conheça os benefícios

03/03/2023 • 3 min de leitura

  A modalidade de cursos EaD tem ganhado cada vez mais popularidade, principalmente após o início da pandemia, permitindo que os estudantes possam acompanhar as aulas sem sair de casa. Maior liberdade e comodidade para estudar são os principais diferenciais apontados quando falamos dessa modalidade de ensino, mas você sabe, de fato, o que significa curso EaD? Veja o post completo e entenda o que é um curso EaD, quais são os seus principais benefícios e descubra se ele é a escolha ideal para você. Vamos lá?  O que significa curso EaD? EaD é a sigla para ensino a distância. Nessa modalidade de ensino, os professores e alunos podem participar das aulas de onde estiverem, pois a comunicação acontece por meio de salas virtuais. Assistidas e ministradas remotamente, as aulas podem acontecer em tempo real(síncronas) ou podem ser gravadas(assíncronas). Benefícios do EaD para os alunos Comodidade e flexibilidade O conforto é extremamente importante quando estamos desempenhando qualquer atividade, principalmente ao aprender algo novo. No curso EaD os alunos têm a comodidade de estudar de casa ou do local que preferirem. Além disso, as salas de aula no ensino presencial podem ser bastante barulhentas dependendo da quantidade de alunos na turma. Isso atrapalha quem precisa do silêncio para concentrar-se no processo de aprendizado. Porém, no ensino a distância esse incômodo não acontece. Facilidade de acesso Além da comodidade de poder participar das aulas do lugar de onde estiver, o aluno tem a liberdade de utilizar diferentes dispositivos para isso, podendo ser um computador, tablet ou até mesmo um smartphone.  Economia de tempo e dinheiro Os cursos EaD, geralmente, possuem um custo menor em relação aos presenciais já que os custos para a manutenção de um espaço físico é menor ou inexistente. Outra vantagem é que podendo assistir as aulas de casa, os estudantes não perdem tempo e nem gastam dinheiro com a locomoção até uma instituição de ensino. Isso é ideal tanto para quem mora nos grandes centros e enfrenta o trânsito como para quem está em localidades distantes. Inovação nas metodologias de ensino Não podemos deixar de citar a inovação possibilitada pelo EaD. Por se tratar de uma estratégia educacional totalmente apoiada  na tecnologia, o ensino a distância é um formato muito mais inovador do que o tradicional. Aulas atrativas e interativas utilizando jogos, vídeos e demais recursos audiovisuais vem sendo a aposta das instituições de ensino para tornar a experiência de aprendizagem ainda mais rica e completa. Por que investir em um curso EaD? Se você está buscando mudar de área ou alavancar a sua carreira, escolher um curso EaD é a melhor maneira de conciliar os estudos com a sua rotina de trabalho.  Outra grande vantagem é que o diploma de um curso EaD possui a mesma validade que o certificado emitido na conclusão de um curso presencial, desde que seja emitido por uma instituição credenciada pelo MEC(Ministério da Educação). Pois, todos os cursos de educação formal (cursos técnicos, graduação, pós-graduação, etc.) são regulamentados pelo órgão para que seu diploma tenha validade. E os critérios utilizados pelo MEC são os mesmos e segue o mesmo rigor utilizado na avaliação dos cursos presenciais e a distância. Quais são os tipos de curso EaD existentes? Na modalidade EaD, assim como no ensino presencial, você encontra cursos técnicos, curta duração, graduação, pós-graduação e extensão profissional.  Quer saber como funciona o ingresso em um curso EaD e como são feitas as provas? Você irá encontrar essas e muitas outras informações neste artigo.  Está pensando em fazer um curso EaD? Conheça todas as opções de cursos disponíveis no SENAI e coloque o seu futuro em prática.  Opções de Cursos Rápidos (e baratos!) EaD para turbinar o currículo Curso de Design Thinking EaD O curso de Design Thinking é para quem quer conhecer e aprender as técnicas e ferramentas dessa abordagem que tem como objetivo o desenvolvimento de soluções inovadoras em equipe com foco na criatividade e na inovação. Curso de Design de UX (Experiência do Usuário) EaD No curso de Design de UX, você terá acesso aos princípios, ferramentas e modelos essenciais para promover uma melhor experiência do usuário e desenvolver soluções que gerem mais valor ao cliente. Curso de Excel Básico EaD No curso de Excel Básico você irá aprender a resolver problemas básicos de cálculos com fórmulas e funções automatizadas e a estrtuturar e formatar planiilhas de leitura rápida e acessível. Tudo isso em uma das ferramentas mais utilizadas no mercado de trabalho: o Excel. Curso de Gestão de Projetos EaD No curso de Gestão de Projetos você vai aprender os conceitos, etapas, benefícios, métodos, técnicas e ferramentas da Gestão de Projetos para reconhecer e aplicar na sua profissão. Confira a grade curricular completa. Curso de Marketing Digital EaD O curso de Marketing Digital irá capacitar você sobre conceitos e estratégias de marketing digital, incluindo persona, jornada do cliente, métricas, mídias digitais e planejamento estratégico. Em qualquer um desses cursos, você se matricula, inicia imediatamente, estuda no seu tempo e ritmo, e tem até 3 meses para concluir. Confira todas as opções de Cursos Rápidos EaD aqui.