Compartilhe Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Linkedin
Conheça 3 tipos de graduação no Brasil e seus benefícios

Conheça 3 tipos de graduação no Brasil e seus benefícios

Ensino e Gestão
Conheça 3 tipos de graduação no Brasil e seus benefícios

3 meses atrás 3 min de leitura

Você conhece os tipos de graduação no Brasil e as oportunidades que ela pode trazer em tempos de crise?

Diante da pandemia, a economia brasileira vem sofrendo ainda mais com a recessão. De acordo com as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), nosso cenário econômico deve sofrer uma queda de 5,3% em 2020, o que certamente afetará o mercado de trabalho de forma negativa.

Mas será que existem oportunidades a serem exploradas neste cenário? O que os profissionais podem fazer para continuar no mercado diante de tantas transformações? A seguir,  apresentamos os tipos de graduação existentes no Brasil e exploramos a sua estreita relação com a empregabilidade em tempos de crise. Acompanhe:

Modalidades

Para se obter um diploma de curso superior no Brasil, você pode optar entre 3 modalidades: o bacharelado, a licenciatura ou o tecnólogo. Dependendo do seu estágio de conhecimento e objetivos de carreira, cada uma exerce uma função e conta com um determinado tempo de duração. Sendo assim, é importante atentar-se ao tipo de graduação antes de escolher o seu curso, pois assim ele será condizente com o desenvolvimento da sua carreira. Entenda a seguir: 

Bacharelado

Se você ainda não conhece o mercado de trabalho na área escolhida ou está em dúvidas sobre o que fazer, o bacharelado pode ser a sua opção. Isso porque em um curso desse tipo, é possível aprender sobre a futura profissão de forma ampla, conhecendo todos os percursos pelos quais você poderá atuar. Depois, ainda existe a alternativa de se especializar em um assunto específico, por meio da pós-graduação. Aqui, os cursos têm duração aproximada de 4 a 6 anos.

Licenciatura

A licenciatura é para quem deseja ministrar aulas dentro da área de formação. Durante o curso, você terá carga horária considerável com matérias de cunho pedagógico. Em sua maioria, esse tipo de graduação dura de 3 a 4 anos.

Tecnólogo

Se você já fez um curso técnico ou tem experiência dentro da área de atuação escolhida, o curso tecnólogo pode ser a sua alternativa. Embora muita gente confunda o tecnólogo com o técnico, as duas titulações têm diferenças. No tecnólogo, o estudante precisa ter concluído o Ensino Médio e fazer o vestibular – assim como nas demais graduações, pois ele é, propriamente, um curso superior.

Neste tipo de graduação, o conhecimento é mais aprofundado, mas também focado na profissão que você escolheu. Por isso, a duração costuma ser mais curta que o bacharelado e a licenciatura, ficando entre 2 e 3 anos.

A graduação e a empregabilidade

De acordo com uma pesquisa do Instituto SEMESP¹, existe uma relação muito próxima entre a educação e a empregabilidade. Isso quer dizer que, quanto maior o nível de escolaridade do trabalhador, menor é a chance dele ser afetado em tempos de crise no mercado, como agora na pandemia. Entenda a seguir:

Demanda por mão de obra qualificada

Com a crescente transformação da indústria e suas tecnologias, é preciso que existam profissionais com qualificação adequada para o exercício das funções. E, quanto maior a complexidade dos trabalhos, maior é a capacitação exigida e, por consequência, maior é a dificuldade de encontrar pessoas qualificadas. 

Na graduação, o estudante consegue obter um conhecimento aprofundado e com base científica. É nela que o acadêmico obtém habilitação para gerir e desenvolver projetos complexos e, assim, atender às demandas desse tipo no mercado.

Salários podem triplicar para quem tem ensino superior

Além disso, os graduados têm a possibilidade de ingressar em profissões que exigem maior qualificação e aperfeiçoamento e, portanto, maiores salários. Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE em 2018, a renda de quem concluiu o ensino superior é praticamente o triplo daqueles que têm apenas o ensino médio². O piso salarial de engenheiros em Santa Catarina, por exemplo, é de 8,50 salários mínimos para 8h de dedicação diária, conforme a Lei 4.950-A/66 de 22 de abril de 1966.

E aí, conseguiu ter uma visão geral sobre as graduações no Brasil? Neste momento de crise, é essencial procurar se reinventar e obter uma capacitação que atenda às exigências que o mercado propõe. E a Faculdade SENAI pode te ajudar com isso! Saiba como:

CONHEÇA A FACULDADE SENAI